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INVESTIGANDO O FUNDO DO POÇO. PORQUE A ÚLTIMA SEMANA DE AGOSTO FOI A PIOR PARA A HISTÓRIA DO MARKETI


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Vivemos na última semana de agosto uma tempestade perfeita no Marketing Educacional. A tradicional queda de alunos no encerramento do segundo ciclo de captação de 2016 foi agravada pela ausência do financiamento estudantil e por uma crise de confiança na recuperação econômica. Ainda que existam intenções de compra manifestadas pelo cadastramento de leads, as instituições vêm tendo dificuldades no fechamento de matrículas, dragando as relações de conversão de prospects em clientes para os piores níveis.


E a recuperação tende a demorar mais que o inicialmente previsto.


Ainda que o Índice de Confiança do Consumidor tenha melhorado em agosto (mantendo-se, contudo, ainda distante da média histórica recente), nossas pesquisas apontam que o receio da perda do emprego (até mais que o desemprego em si) tem sido o principal fator de postergação da finalização da matricula nos processos seletivos que acompanhamos.

Essa falta de confiança no futuro vem evidenciando-se na queda da pesquisa por instituições de ensino. A baixa registrada na última semana de agosto de 2016 é sem precedentes e a recuperação em setembro, natural da sazonalidade do segmento, ainda é modesta.

No mercado do Rio de Janeiro essa tendência de queda mostrou-se ainda mais acentuada em decorrência dos jogos olímpicos. O vale naquele estado foi 50% maior que no restante do país.

Essa tormenta que atravessamos nos levou a uma escassez por candidatos. A tendência é, por um lado, as instituições com mais fôlego a aumentarem seus investimentos em comunicação. A história recente do setor mostra a relação direta entre o aumento do investimento em comunicação e sua relação com a queda de alunos.

Por outro, promocionarem seus produtos. Essa relação acompanha, ainda, a queda do valor das mensalidades corroendo as margens de lucro das mantenedoras.

A boa nova é que setembro está aí! A partir da primeira quinzena a tendência é de uma persistente melhora. A isso soma-se a busca pelo retorno do investimento em comunicação (racionalização) e pelo domínio de todas os fatores críticos para o sucesso de uma campanha (controle). Essa busca vem levando as instituições a procurarem parceiros mais profissionalizados para apoiarem seus esforços. Muitos paradigmas e dogmas estão sendo quebrados nessa jornada.

RAFAEL VILLAS BÔAS

Consultor Hoper Educação

EXPEDIENTE:

Revisão: Márcio Schünemann – Gráficos: Adriana Nascimento – Diagramação: Laura Neves

ATENÇÃO: Não é permitida a reprodução integral do conteúdo acima. A reprodução parcial é permitida apenas na forma de citação e com link para o conteúdo na íntegra. Plágio é crime (Lei 9610/98).

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