Artigo do mês

Cosme Massi fala sobre os princípios gerais para a elaboração e análise de questionários de avaliação institucionall

Uma das principais tarefas no processo de autoavaliação institucional é a elaboração de enquetes para a comunidade que compõe a instituição...
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Email:cosme@hoper.com.br
 
 
 
Edição Jun-1/2009   www.hoper.com.br
Notícias do Setor

  • Instituições públicas e privadas terão uma nova linha de financiamento exclusiva...(Informativo Besf) Leia mais...

  • Universidades corporativas crescem 2.400% em dez anos...(Revista Veja) Leia mais...

  • Universidade OnLine, gratuita e colaborativa...(Blog Ensino a Distância) Leia mais...

  • Como as faculdades particulares pretendem vencer o desafio de incluir as classes C e D...(Revista Ensino Superior) Leia mais...

  • Número de alunos da educação a distância cresceu 451 vezes em oito anos...(UOL Educação) Leia mais...

  • Evasão sobe 40% nas universidades pagas...(Folha Online) Leia mais...

  • Análise Setorial Hoper do Ensino Superior Privado do Brasil disponível a partir do dia 15 de junho

     
    No próximo dia 15 de junho a Hoper Consultoria já estará disponibilizando para o mercado um dos seus principais produtos.
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    Hoper no Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular

     
    O Chairman da Hoper Consultoria, Ryon Braga participa como Coordenador da Mesa de Debates no Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular, que acontece em Araxá, MG, de 18 a 20 de junho.
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    Consultora da Hoper é convidada em evento da Microsoft e Gestar

     
    Helen Toyama, consultora da Hoper para a área de Marketing & Comunicação profere palestra no próximo dia 17 de junho em Belo Horizonte, no Road Show intitulado PENSE – Plataforma Estratégica de Negócios para o Segmento Educacional.
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    Hoper participa do Tour de Gestores Educacionais Brasileiros nos Estados Unidos

     
    O Sócio e Consultor da Hoper, Alexandre Gonçalves Nogueira participou do Tour de Gestores Educacionais Brasileiros realizado em São Francisco e Vale do Silício, nos Estados Unidos, entre os dias 16 e 23 de maio.
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    Chairman da Hoper Consultoria participou do evento promovido pelo Morgan Stanley

     
    O Chairman da Hoper, Ryon Braga participou no último dia 3 de junho, em São Paulo do evento intitulado “Morgan Stanley Brazil Education Day”.
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    Hoper Consultoria tem sua nova sede em Foz do Iguaçu, PR

     
    Anote o novo número para contato e endereço: (45) 3029-1333
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    Artigo do Mês

     

    Princípios gerais para a elaboração e análise de questionários de avaliação institucional

    Cosme Massi
    Consultor Hoper
      Email:cosme@hoper.com.br
     
    Uma das principais tarefas no processo de autoavaliação institucional é a elaboração de enquetes para a comunidade que compõe a instituição.
    Nosso propósito é sugerir princípios que serviriam de guia para a elaboração e a análise das perguntas que devem compor um questionário de avaliação institucional. Vamos sugerir quatro princípios gerais.

    Primeiro Princípio: Não faça pergunta que o respondente não saiba, com clareza, como responder.
     
    Embora óbvio demais, esse princípio precisa ser considerado. Seu propósito é fazer com que o inquiridor se coloque no lugar do respondente. Muitas vezes formulamos perguntas que parecem claras para nós, mas que não se encontram no nível de compreensão do respondente. É preciso ficar atento ao vocabulário empregado, aos conceitos e termos técnicos envolvidos, ao conhecimento e ao nível de formação intelectual do respondente. Colocar-se no lugar do respondente é a primeira obrigação, mas nem sempre é fácil fazer isso. O vocabulário que o inquiridor utiliza é o seu próprio vocabulário, cujas idéias e conceitos associados são aqueles familiares ao inquiridor e não ao respondente; e, muitas vezes, o inquiridor não consegue perceber isso. Por isso, sugerimos que após se formular uma pergunta que o inquiridor indague a si mesmo: “essa pergunta o respondente compreende com clareza?”. A utilização da expressão ‘com clareza’ tem por objetivo fazer com que o inquiridor reflita com mais profundidade acerca do conhecimento do respondente. Não basta que o respondente tenha apenas uma vaga idéia de como responder a questão que lhe foi formulada. O respondente deve ter compreendido adequadamente a questão e o seu conhecimento deve ser suficiente para uma resposta satisfatória. Nenhum diagnóstico confiável pode ser apoiado em conhecimento vago ou incerto.

    Segundo Princípio: Só faça pergunta que o respondente saiba responder de imediato, sem muita reflexão.
     
    Em geral, os respondentes têm muito pouco tempo para responder ao questionário de avaliação. São quase sempre muitas questões para muito pouco tempo e quase nenhum interesse ou motivação. Só se pode obter resposta confiável, no curto espaço de tempo concedido, se a pergunta for de compreensão e resposta imediatas. O respondente deve responder como que por instinto ou intuição, como alguém que já sabe ou intui rapidamente a resposta. Ao acabar de ler a pergunta a reposta deve surgir imediatamente. Não há tempo para reflexão e análise. Quando esse princípio não é obedecido, temos respostas dadas ao acaso para se cumprir a obrigação de responder. Não há confiabilidade nas respostas; elas não servirão como diagnóstico. Aqui podemos aplicar a mesma tática dada acima. Se o inquiridor não conseguir dar uma resposta imediata para a questão por ele formulada, o respondente com mais forte razão não conseguirá também. Que o inquiridor, colocando-se no lugar do respondente, tente dar uma resposta imediata para a pergunta por ele formulada; caso não consiga, formule outra pergunta.

    Terceiro Princípio: Não faça pergunta cuja resposta já se saiba antecipadamente, ou que se possa saber de forma confiável por outro mecanismo que não a pergunta.
     
    Esse princípio tem por objetivo reduzir ao máximo o número de perguntas de um questionário. Quanto maior um questionário, menos interesse ele desperta, menor confiabilidade. O questionário diagnóstico não tem o propósito de confirmar aquilo que já se sabe. Se existirem outros mecanismos eficientes para o diagnóstico, não é necessária a repetição do mesmo por intermédio de perguntas. Se já se conhece a resposta, ou se é possível conhecê-la por outros mecanismos, não vale a pena perguntar. É muito comum encontrarmos perguntas cujas respostas já sabemos antecipadamente pela simples razão de que já sabemos que as pessoas, naquelas perguntas, provavelmente deverão mentir. Perguntas sobre a conduta ou o comportamento do próprio indivíduo que esta sendo avaliado podem ter essa característica. No processo de autoavaliação é muito comum o mecanismo de autoproteção. O indivíduo não fornecerá uma resposta que possa lhe causar algum prejuízo; ele prefere correr o risco de mentir ou de se omitir. Se a minha intenção não é demonstrar que a pessoa está mentindo, devo utilizar outros mecanismos de avaliação. Diante de uma pergunta, que o inquiridor indague a si mesmo: “sou capaz de prever, com boa margem de certeza, a resposta que será dada?”. Caso a resposta seja sim, é melhor retirar a pergunta. O mecanismo de diagnóstico por intermédio de perguntas é muito desgastante e, às vezes, pouco confiável. Só deve ser empregado quando não há outra alternativa. Por isso, o número de questões deve ser o mínimo possível, se limitando ao absolutamente necessário. Sempre que possível, deve-se utilizar mecanismos alternativos.

    Quarto Princípio: Não faça pergunta cuja resposta possa implicar uma ação que não possa ser realizada.
     
    Esse princípio tem por objetivo a proteção de princípios maiores que não podem ser violados. Assim, caso uma instituição adote princípios invioláveis, deve-se tomar todo o cuidado de não se formular pergunta cuja resposta possa entrar em choque com esses princípios. Não se pode nem mesmo correr o risco de criar, com a própria pergunta, uma falsa expectativa de que serão atendidas as sugestões que entram em contradição com esses princípios. Perguntas cujas respostas tenham implicações econômicas além do que a instituição possa ou deseja arcar não poderiam ser formuladas. Por isso, é recomendável se fazer uma análise antecipada das possíveis respostas e suas implicações. Não se pode nem criar falsas expectativas, nem enfraquecer certos princípios considerados invioláveis pela instituição. Princípios filosóficos, científicos, educacionais ou econômicos considerados invioláveis pela instituição não podem ser enfraquecidos pelo processo de avaliação. Que o inquiridor analise a pergunta por ele formulada tendo em vista a seguinte questão: “quais as implicações das possíveis respostas à pergunta formulada?”.

    Como sugestão final, propomos que, depois de elaborado o questionário de avaliação, os inquiridores façam uma reunião com uma pequena amostra dos respondentes, solicitando a estes que expliquem o que entenderam das perguntas formuladas. Esse diálogo com alguns respondentes permitirá, de forma prática, a avaliação do questionário proposto, pelo cumprimento ou não dos princípios acima, e a sua adequação como ferramenta para o diagnóstico pretendido.

    * Cosme Massi é Consultor e Coordenador da Consultoria Acadêmica da Hoper. É Pró-reitor da Universidade Positivo e foi membro da Comissão Técnica de Avaliação CTA, no período de 2004 a 2006, MEC/INEP. É Doutor em Lógica e Filosofia pela UNICAMP.

     




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    Instituições públicas e privadas terão uma nova linha de financiamento exclusiva

     
    Foi o que informou o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
    O financiamento, específico para o ensino superior, será destinado a investimentos, e não como forma de socorro financeiros das entidades.

    A nova linha possibilitará a ampliação de cobertura dos projetos, passando de 60%, percentual atual, do total a ser investido para 80%. Além desta possibilidade, os juros também serão reduzidos, mas os valores ainda não foram definidos.

    Para a instituição ter o recurso liberado serão analisadas suas condições financeiras e a qualidade de ensino oferecida, tendo como base os critérios avaliativos do Ministério da Educação.

    Fonte: Informativo Besf

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    Chairman da Hoper Consultoria participou do evento promovido pelo Morgan Stanley

     
    Organizado pelo Morgan Stanley no Brasil, com o intuito de abrir discussões sobre o potencial de investimentos educacionais futuros no Brasil, o eventou contou com a participação de investidores institucionais brasileiros, entre eles, Grupo Anhanguera, Kroton, Sistema Educacional Brasileiro, IUNI Educacional, Estácio e Ideal Invest.

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    Hoper participa do Tour de Gestores Educacionais Brasileiros nos Estados Unidos

     
    Na oportunidade, foram visitadas seis instituições de ensino superior (University of Stanford; University of California – Berkeley; Mills College; California State University – East Bay; City College of San Francisco; e University of san Francisco), além de uma agência de acreditação (Western Association of Schools and Colleges) e uma empresa de tecnologia (Oracle). A programação incluiu palestras em temas como: Modelo e estrutura do Ensino Superior americano; Captação de alunos; Financiamento estudantil; Estrutura curricular e Projetos Pedagógicos; Colaboração Universidade-empresa, propriedade intelectual e patentes; Avaliação institucional; acreditação e estratégia; processo decisório e gestão.

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    Análise Setorial Hoper do Ensino Superior Privado do Brasil disponível a partir do dia 15 de junho

    Todas as principais informações sobre o setor educacional superior brasileiro estarão disponíveis para o mercado a partir deste dia 15 de junho. Os documentos poderão ser adquiridos junto a Secretaria da Hoper em Foz do Iguaçu, pelo telefone: (45) 3029-1333 ou pelo site www.hoper.com.br .

    Veja o que poderá ser encontrado na edição 2009 da Análise Setorial Hoper: O sistema de educação superior no Brasil; A expansão do setor de educação privada; Projeção do crescimento da demanda no ensino superior até 2012; Perfil econômico-financeiro do setor (faturamento, mensalidades, principais indicadores financeiros); A consolidação no setor de ensino privado; Ensino a distância – EAD e as novas tecnologias; O ensino superior no mundo; As empresas listadas na BM&F Bovespa.

     
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    Consultora da Hoper é convidada em evento da Microsoft e Gestar

     
    Potencializar o departamento de marketing nas instituições de ensino superior e apresentar ferramentas para transformar informações em resultados. Esse é o principal objetivo do Road Show promovido em parceria entre a Gestar e a Microsoft e que percorrerá quatro estados. Essa primeira edição acontece no próximo dia 17 de junho na cidade de Belo Horizonte e contará com a palestra da Consultora da Hoper, Helen Toyama, que discorrerá sobre o tema “Como criar e profissionalizar um Departamento de Marketing em uma instituição de ensino”. Os próximos eventos ocorrerão nas cidades de Campinas, Rio de Janeiro e Salvador.
     
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    Hoper no Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular

     
    O Chairman da Hoper Consultoria, Ryon Braga participará como convidado da Mesa de Debates do segundo dia do evento, no Painel "Modernização na gestão das Instituições de Ensino Superior - Um imperativo de atuação num mercado competitivo". A mesa será composta ainda por Laércio Cosentino - Totvs; Guiomar Namo de Mello - Secretaria de Educação de SP; Sérgio Fiúza de Mello Mendes - Cesupa. Dia 19/06/2009 das 16:15h às 18h.

     
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    Universidades corporativas crescem 2.400% em dez anos

     
    Nascidas na década de 1970 nos Estados Unidos, as universidades corporativas (UCs) desembarcaram no Brasil nos anos 90 - em 1999, eram apenas dez em todo o país. Passada uma década, o número de empresas que investem nesse modelo de formação e aprimoramento de funcinários cresceu 2.400%, atingindo 250 unidades, segundo estimativas da professora Marisa Eboli, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da Universidade de São Paulo (USP), que organiza um ranking entre as companhias nacionais.
     
    Para a especialista, o avanço do ensino corporativo se deve à necessidade de atualização permanente dos funcionários. "A velocidade da informação e das descobertas em todas as áreas do conhecimento é tão acelerada que o sistema de ensino formal não dá conta das novidades", explica a professora. "No cenário de economia global, em que sustentabilidade e competitividade precisam andar juntas, as empresas tomam para si as rédeas do ensino".
     
    Na avaliação da professora, as empresas colhem ganhos evidentes com o investimento. "São consequências naturais da valorização dos funcionários: há melhora na qualidade do trabalho e a criação de um laço de compromisso dos colaboradores", diz. No último levantamento feito pelo Guia Você S/A EXAME, 95% das 150 melhores empresas para se trabalhar em 2008 disseram adotar um modelo de educação corporativa como forma de apoiar o desenvolvimento pessoal e profissional dos empregados.
     
    Centro de treinamento - Vale lembrar que o termo "universidade" na modalidade corporativa é uma espécie de marca fantasia, pois a instituição não é reconhecida pelo Ministério da Educação. A qualificação feita por ela está geralmente associada a instituições de ensino superior, principalmente quando há curso de pós-graduação envolvido.
     
    Outro dado relevante: apesar de semelhanças, as universidades corporativas em nada lembram os programas de treinamento convencionais. Enquanto estes tentam solucionar deficiências individuais dos funcionários em relação a determinado conhecimento técnico, as universidades trabalham as necessidades da empresa de modo amplo. "A universidade corporativa é uma ideia abstrata que disponibiliza o conhecimento de forma organizada, assim como as instituições de ensino superior", destaca Lucilaine Bordin Bellacosa, gerente de Desenvolvimento de Pessoas da CPFL Energia.
     
    Na opinião de Armando Lourenzo, diretor da Ernst & Young University, o avanço das universidades corporativas não significa o fim dos centros de treinamentos, a partir dos quais muitas das UCs evoluíram. "O treinamento vai continuar sendo mais uma ferramenta para aprimorar as competências dos negócios", acredita. Em março, a Ernst & Young University, braço da gigante de prestação de serviços na área de auditoria, recebeu o prêmio de melhor universidade corporativa brasileira, concedido pelo Centro Internacional de Qualidade & Produtividade dos Estados Unidos (IQPC, em inglês).
     
    Mesmo confiante no crescimento das UCs no Brasil, Lourenzo ressalta que o alto custo para montar e manter uma unidade é um fator limitador da expansão do modelo no país, principalmente para as pequenas e médias empresas. Uma alternativa pode ser a aposta em universidades setoriais, que prestam serviço a um segmento da economia - e não apenas a uma empresa. "O Brasil já tem alguns exemplos de universidades setoriais, mas ainda são muito incipientes."
     
    Fonte: Revista Veja
     
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    Universidade OnLine, gratuita e colaborativa

     
    A ONU apresentou na terça-feira (19/05) a primeira universidade global online e de matrícula gratuita, com a qual promoverá o acesso ao ensino superior pelos estudantes das regiões menos desenvolvidas do mundo.
     
    Chamado de Universidade do Povo, o projeto faz parte da Aliança Global da ONU sobre Tecnologia de Comunicação e Desenvolvimento (Giad, em inglês), criada para solucionar problemas no setor com novas tecnologias.
     
    “Para centenas de milhões de pessoas no mundo todo, a educação é um sonho que não pode se tornar realidade. Abrimos portas para que elas possam continuar os estudos e sonhar com uma vida melhor”, disse o fundador da instituição, Shai Reshef.
     
    Sem alarde, a universidade abriu o processo de matrículas há duas semanas e já conta com 200 alunos de 52 países, a maioria da China.
     
    Reshef explicou que os requisitos para se matricular são acesso a um computador, um diploma de ensino médio e ter noções de inglês.
     
    Os alunos serão divididos em classes virtuais de 20 pessoas. Eles poderão discutir sobre o material e depois realizar um exame online.
     
    Também poderão ser feitas consultas a professores e estudantes voluntários, para tirar dúvidas.
     
    As únicas despesas ficarão por conta de uma taxa de inscrição, entre US$15 e US$50, e outra entre US$10 e US$100 por casa teste.
     
    Fonte: Blog Ensino a Distância
     
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    Como as faculdades particulares pretendem vencer o desafio de incluir as classes C e D

     
    Propostas de novos modelos de financiamento surgem para tentar superar os atuais entraves
     
    Uma rápida análise dos índices de crescimento de matrículas nas instituições de ensino superior privadas revela que o intenso crescimento dos últimos 13 anos está chegando ao fim. Segundo números do Ministério da Educação, em 2002 o crescimento na taxa de matrículas em instituições de ensino superior privadas foi de 14,8% sobre o ano anterior. O índice caiu para 11,7% em 2003 e continuou desacelerando até fechar 2007 na casa dos 4,4%. Para este ano, o Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo (Semesp) prevê que 41,5% das instituições particulares fecharão o ano com menos matrículas do que em 2008.
     
    Para o diretor-executivo do Semesp, Rodrigo Capelato, não é difícil entender as razões por trás dessa desaceleração. "Até 2003 e 2004 ainda havia uma demanda por cursos superiores muito retraída nas classes A e B, composta por jovens que não conseguiam vaga nas universidades públicas. Com a expansão das faculdades privadas, essa demanda se esgotou. Então, as instituições passaram a focar a classe C. Isto funcionou até 2007, mas agora estamos perto do limite. Na verdade, ainda há muitos jovens das classes C e D que sonham com uma faculdade. Mas eles não encontram recursos para matricular-se", avalia Capelato.
     
    Fonte: Revista Ensino Superior
     
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    Número de alunos da educação a distância cresceu 451 vezes em oito anos

     
    O número de alunos que fazem graduação a distância saltou de 1.682 para 760.599, de 2000 a 2008. O aumento de matrículas representa crescimento de 451,2 vezes. O dado foi apresentado pelo secretário de Educação a Distância, Carlos Eduardo Bielschowsky, nesta quarta-feira (27), na Comissão de Educação da Câmara.
     
    Na opinião do secretário, a educação a distância colabora para a garantia de qualidade na graduação. Segundo ele, seriam pontos positivos a equipe multidisciplinar, a infraestrutura de apoio, o material didático e os sistemas de educação.
    Segundo Bielschowsky, a formação profissional técnica de nível médio também deve ter um acréscimo de vagas oferecidas a distância. A meta do MEC (Ministério da Educação) é atender 200 mil alunos em mil escolas-polo até 2010, pela Escola Técnica Aberta do Brasil (e-tec Brasil)
     
    Atualmente, são ofertados 147 cursos, com 11.200 estudantes matriculados. O investimento para este ano no programa será de mais de R$ 160 milhões. "A cultura da educação a distância é nova. Estamos construindo uma cultura que possa se traduzir em ensino de qualidade", disse.
     
    Fonte: UOL Educação
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    Evasão sobe 40% nas universidades pagas

     
    Após período de queda, o número de estudantes que abandona o ensino superior privado subiu 40% na região metropolitana paulista.
    Segundo levantamento do setor, 134 mil alunos desistiram de seus cursos em 2007 (último dado disponível).
     
    O número representa 20,2% do total de matriculados. No ano anterior, a taxa foi 14,4%, menor que a de 2005 (16,6%).
     
    O Brasil está entre os países da América Latina que possuem os menores índices de atendimento no ensino superior (30% da população jovem matriculada, ante 52% no Chile, segundo a Unesco).
     
    Responsável pelo levantamento sobre a evasão paulista, o Semesp (sindicato das universidades particulares do Estado) afirma que o aumento da taxa reflete a ampliação das matrículas dos alunos das classes C e D -que têm mais dificuldades com a mensalidade.
     
    "Em geral, é um aluno que trabalha, sustenta ou ajuda a família. Também tem pouca base para acompanhar o curso, pois geralmente veio da escola pública. É mais fácil ele evadir", diz o diretor-executivo do sindicato, Rodrigo Capelato. Os dados abrangem período anterior à crise econômica mundial.
     
    Para Capelato, as instituições só começaram a entender como lidar com um público de baixa renda recentemente, por meio de mensalidades baixas.
     
    Pesquisador do Instituto Lobo, Oscar Hipólito afirma que não há uma única explicação para o aumento da evasão. "Os estudos apontam que, em geral, o aluno que desiste não gosta do curso, da instituição ou teve problemas financeiros."
     
    O levantamento do Semesp, feito com dados do MEC, mostrou ainda que subiu 9,6% o número de matriculados na rede privada na Grande de São Paulo e que houve diminuição na concentração de alunos nos cursos de administração e direito.
     
    Fonte: Folha Online
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