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Análise Setorial Hoper do Ensino Superior
Privado do Brasil disponível a partir do dia 15
de junho |
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No próximo dia 15 de junho a Hoper Consultoria
já estará disponibilizando para o mercado um dos seus
principais produtos.
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Hoper no Fórum das Entidades Representativas
do Ensino Superior Particular |
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O Chairman da Hoper Consultoria, Ryon Braga participa
como Coordenador da Mesa de Debates no Fórum das Entidades
Representativas do Ensino Superior Particular, que acontece em Araxá,
MG, de 18 a 20 de junho.
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Consultora da Hoper é convidada em evento
da Microsoft e Gestar |
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Helen Toyama, consultora da Hoper para a área
de Marketing & Comunicação profere palestra no próximo
dia 17 de junho em Belo Horizonte, no Road Show intitulado PENSE
– Plataforma Estratégica de Negócios para o Segmento
Educacional.
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Hoper participa do Tour de Gestores Educacionais
Brasileiros nos Estados Unidos |
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O Sócio e Consultor da Hoper, Alexandre Gonçalves
Nogueira participou do Tour de Gestores Educacionais Brasileiros realizado
em São Francisco e Vale do Silício, nos Estados Unidos,
entre os dias 16 e 23 de maio.
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Chairman da Hoper Consultoria participou do evento
promovido pelo Morgan Stanley |
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O Chairman da Hoper, Ryon Braga participou no último
dia 3 de junho, em São Paulo do evento intitulado “Morgan
Stanley Brazil Education Day”.
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Hoper Consultoria tem sua nova sede em Foz do Iguaçu,
PR |
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Anote o novo número para contato e endereço:
(45) 3029-1333
Rua Felipe Wandscheer, 5.100, sala 112 - Bairro Cognópolis
- Foz do Iguaçu, PR - CEP: 85853-430.
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Hoper Consultoria © 2009 Todos os direitos
reservados |
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Princípios gerais para a elaboração
e análise de questionários de avaliação
institucional |
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| Cosme
Massi |
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| Consultor
Hoper |
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Email:cosme@hoper.com.br |
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Uma das principais tarefas no processo de autoavaliação
institucional é a elaboração de enquetes para a comunidade
que compõe a instituição.
Nosso propósito é sugerir princípios
que serviriam de guia para a elaboração e a análise
das perguntas que devem compor um questionário de avaliação
institucional. Vamos sugerir quatro princípios gerais.
Primeiro Princípio: Não
faça pergunta que o respondente não saiba, com clareza, como
responder.
Embora óbvio demais, esse princípio precisa
ser considerado. Seu propósito é fazer com que o inquiridor
se coloque no lugar do respondente. Muitas vezes formulamos perguntas que
parecem claras para nós, mas que não se encontram no nível
de compreensão do respondente. É preciso ficar atento ao vocabulário
empregado, aos conceitos e termos técnicos envolvidos, ao conhecimento
e ao nível de formação intelectual do respondente.
Colocar-se no lugar do respondente é a primeira obrigação,
mas nem sempre é fácil fazer isso. O vocabulário que
o inquiridor utiliza é o seu próprio vocabulário, cujas
idéias e conceitos associados são aqueles familiares ao inquiridor
e não ao respondente; e, muitas vezes, o inquiridor não consegue
perceber isso. Por isso, sugerimos que após se formular uma pergunta
que o inquiridor indague a si mesmo: “essa pergunta o respondente
compreende com clareza?”. A utilização da expressão
‘com clareza’ tem por objetivo fazer com que o inquiridor reflita
com mais profundidade acerca do conhecimento do respondente. Não
basta que o respondente tenha apenas uma vaga idéia de como responder
a questão que lhe foi formulada. O respondente deve ter compreendido
adequadamente a questão e o seu conhecimento deve ser suficiente
para uma resposta satisfatória. Nenhum diagnóstico confiável
pode ser apoiado em conhecimento vago ou incerto.
Segundo Princípio: Só faça
pergunta que o respondente saiba responder de imediato, sem muita reflexão.
Em geral, os respondentes têm muito pouco tempo
para responder ao questionário de avaliação. São
quase sempre muitas questões para muito pouco tempo e quase nenhum
interesse ou motivação. Só se pode obter resposta confiável,
no curto espaço de tempo concedido, se a pergunta for de compreensão
e resposta imediatas. O respondente deve responder como que por instinto
ou intuição, como alguém que já sabe ou intui
rapidamente a resposta. Ao acabar de ler a pergunta a reposta deve surgir
imediatamente. Não há tempo para reflexão e análise.
Quando esse princípio não é obedecido, temos respostas
dadas ao acaso para se cumprir a obrigação de responder. Não
há confiabilidade nas respostas; elas não servirão
como diagnóstico. Aqui podemos aplicar a mesma tática dada
acima. Se o inquiridor não conseguir dar uma resposta imediata para
a questão por ele formulada, o respondente com mais forte razão
não conseguirá também. Que o inquiridor, colocando-se
no lugar do respondente, tente dar uma resposta imediata para a pergunta
por ele formulada; caso não consiga, formule outra pergunta.
Terceiro Princípio: Não
faça pergunta cuja resposta já se saiba antecipadamente, ou
que se possa saber de forma confiável por outro mecanismo que não
a pergunta.
Esse princípio tem por objetivo reduzir ao máximo
o número de perguntas de um questionário. Quanto maior um
questionário, menos interesse ele desperta, menor confiabilidade.
O questionário diagnóstico não tem o propósito
de confirmar aquilo que já se sabe. Se existirem outros mecanismos
eficientes para o diagnóstico, não é necessária
a repetição do mesmo por intermédio de perguntas. Se
já se conhece a resposta, ou se é possível conhecê-la
por outros mecanismos, não vale a pena perguntar. É muito
comum encontrarmos perguntas cujas respostas já sabemos antecipadamente
pela simples razão de que já sabemos que as pessoas, naquelas
perguntas, provavelmente deverão mentir. Perguntas sobre a conduta
ou o comportamento do próprio indivíduo que esta sendo avaliado
podem ter essa característica. No processo de autoavaliação
é muito comum o mecanismo de autoproteção. O indivíduo
não fornecerá uma resposta que possa lhe causar algum prejuízo;
ele prefere correr o risco de mentir ou de se omitir. Se a minha intenção
não é demonstrar que a pessoa está mentindo, devo utilizar
outros mecanismos de avaliação. Diante de uma pergunta, que
o inquiridor indague a si mesmo: “sou capaz de prever, com boa margem
de certeza, a resposta que será dada?”. Caso a resposta seja
sim, é melhor retirar a pergunta. O mecanismo de diagnóstico
por intermédio de perguntas é muito desgastante e, às
vezes, pouco confiável. Só deve ser empregado quando não
há outra alternativa. Por isso, o número de questões
deve ser o mínimo possível, se limitando ao absolutamente
necessário. Sempre que possível, deve-se utilizar mecanismos
alternativos.
Quarto Princípio: Não faça
pergunta cuja resposta possa implicar uma ação que não
possa ser realizada.
Esse princípio tem por objetivo a proteção
de princípios maiores que não podem ser violados. Assim, caso
uma instituição adote princípios invioláveis,
deve-se tomar todo o cuidado de não se formular pergunta cuja resposta
possa entrar em choque com esses princípios. Não se pode nem
mesmo correr o risco de criar, com a própria pergunta, uma falsa
expectativa de que serão atendidas as sugestões que entram
em contradição com esses princípios. Perguntas cujas
respostas tenham implicações econômicas além
do que a instituição possa ou deseja arcar não poderiam
ser formuladas. Por isso, é recomendável se fazer uma análise
antecipada das possíveis respostas e suas implicações.
Não se pode nem criar falsas expectativas, nem enfraquecer certos
princípios considerados invioláveis pela instituição.
Princípios filosóficos, científicos, educacionais ou
econômicos considerados invioláveis pela instituição
não podem ser enfraquecidos pelo processo de avaliação.
Que o inquiridor analise a pergunta por ele formulada tendo em vista a seguinte
questão: “quais as implicações das possíveis
respostas à pergunta formulada?”.
Como sugestão final, propomos que, depois de elaborado
o questionário de avaliação, os inquiridores façam
uma reunião com uma pequena amostra dos respondentes, solicitando
a estes que expliquem o que entenderam das perguntas formuladas. Esse diálogo
com alguns respondentes permitirá, de forma prática, a avaliação
do questionário proposto, pelo cumprimento ou não dos princípios
acima, e a sua adequação como ferramenta para o diagnóstico
pretendido.
* Cosme Massi é Consultor e Coordenador
da Consultoria Acadêmica da Hoper. É Pró-reitor da Universidade
Positivo e foi membro da Comissão Técnica de Avaliação
CTA, no período de 2004 a 2006, MEC/INEP. É Doutor em Lógica
e Filosofia pela UNICAMP.
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Instituições públicas e privadas
terão uma nova linha de financiamento exclusiva
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Foi o que informou o Banco Nacional de Desenvolvimento
Econômico e Social (BNDES).
O financiamento, específico para o ensino superior, será
destinado a investimentos, e não como forma de socorro financeiros
das entidades.
A nova linha possibilitará a ampliação de cobertura
dos projetos, passando de 60%, percentual atual, do total a ser investido
para 80%. Além desta possibilidade, os juros também serão
reduzidos, mas os valores ainda não foram definidos.
Para a instituição ter o recurso liberado serão analisadas
suas condições financeiras e a qualidade de ensino oferecida,
tendo como base os critérios avaliativos do Ministério da
Educação.
Fonte: Informativo Besf
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Chairman da Hoper Consultoria participou do evento promovido
pelo Morgan Stanley |
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Organizado pelo Morgan Stanley no Brasil, com o intuito
de abrir discussões sobre o potencial de investimentos educacionais
futuros no Brasil, o eventou contou com a participação de
investidores institucionais brasileiros, entre eles, Grupo Anhanguera, Kroton,
Sistema Educacional Brasileiro, IUNI Educacional, Estácio e Ideal
Invest.
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Hoper participa do Tour de Gestores Educacionais Brasileiros
nos Estados Unidos |
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Na oportunidade, foram visitadas seis instituições
de ensino superior (University of Stanford; University of California
– Berkeley; Mills College; California State University – East
Bay; City College of San Francisco; e University of san Francisco),
além de uma agência de acreditação (Western
Association of Schools and Colleges) e uma empresa de tecnologia (Oracle).
A programação incluiu palestras em temas como: Modelo e estrutura
do Ensino Superior americano; Captação de alunos; Financiamento
estudantil; Estrutura curricular e Projetos Pedagógicos; Colaboração
Universidade-empresa, propriedade intelectual e patentes; Avaliação
institucional; acreditação e estratégia; processo decisório
e gestão.
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Análise Setorial Hoper do Ensino Superior
Privado do Brasil disponível a partir do dia 15
de junho |
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Todas as principais informações sobre
o setor educacional superior brasileiro estarão disponíveis
para o mercado a partir deste dia 15 de junho. Os documentos poderão
ser adquiridos junto a Secretaria da Hoper em Foz do Iguaçu,
pelo telefone: (45) 3029-1333 ou pelo site www.hoper.com.br .
Veja o que poderá ser encontrado na edição
2009 da Análise Setorial Hoper: O sistema de educação
superior no Brasil; A expansão do setor de educação
privada; Projeção do crescimento da demanda no ensino
superior até 2012; Perfil econômico-financeiro do setor
(faturamento, mensalidades, principais indicadores financeiros); A
consolidação no setor de ensino privado; Ensino a distância
– EAD e as novas tecnologias; O ensino superior no mundo; As
empresas listadas na BM&F Bovespa.
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Consultora da Hoper é convidada em evento da
Microsoft e Gestar |
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Potencializar o departamento de marketing nas instituições
de ensino superior e apresentar ferramentas para transformar informações
em resultados. Esse é o principal objetivo do Road Show promovido
em parceria entre a Gestar e a Microsoft e que percorrerá quatro
estados. Essa primeira edição acontece no próximo
dia 17 de junho na cidade de Belo Horizonte e contará com a
palestra da Consultora da Hoper, Helen Toyama, que discorrerá
sobre o tema “Como criar e profissionalizar um Departamento
de Marketing em uma instituição de ensino”.
Os próximos eventos ocorrerão nas cidades de Campinas,
Rio de Janeiro e Salvador.
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Hoper no Fórum das Entidades Representativas
do Ensino Superior Particular |
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O Chairman da Hoper Consultoria, Ryon Braga participará
como convidado da Mesa de Debates do segundo dia do evento, no Painel
"Modernização na gestão das Instituições
de Ensino Superior - Um imperativo de atuação num mercado
competitivo". A mesa será composta ainda por
Laércio Cosentino - Totvs; Guiomar Namo de Mello - Secretaria
de Educação de SP; Sérgio Fiúza de Mello
Mendes - Cesupa. Dia 19/06/2009 das 16:15h às 18h.
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Universidades corporativas crescem 2.400% em dez anos |
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Nascidas na década de 1970 nos Estados Unidos,
as universidades corporativas (UCs) desembarcaram no Brasil nos anos
90 - em 1999, eram apenas dez em todo o país. Passada uma década,
o número de empresas que investem nesse modelo de formação
e aprimoramento de funcinários cresceu 2.400%, atingindo 250
unidades, segundo estimativas da professora Marisa Eboli, da Faculdade
de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da
Universidade de São Paulo (USP), que organiza um ranking entre
as companhias nacionais.
Para a especialista, o avanço do ensino corporativo
se deve à necessidade de atualização permanente
dos funcionários. "A velocidade da informação
e das descobertas em todas as áreas do conhecimento é
tão acelerada que o sistema de ensino formal não dá
conta das novidades", explica a professora. "No cenário
de economia global, em que sustentabilidade e competitividade precisam
andar juntas, as empresas tomam para si as rédeas do ensino".
Na avaliação da professora, as empresas
colhem ganhos evidentes com o investimento. "São consequências
naturais da valorização dos funcionários: há
melhora na qualidade do trabalho e a criação de um laço
de compromisso dos colaboradores", diz. No último levantamento
feito pelo Guia Você S/A EXAME, 95% das 150 melhores empresas
para se trabalhar em 2008 disseram adotar um modelo de educação
corporativa como forma de apoiar o desenvolvimento pessoal e profissional
dos empregados.
Centro de treinamento - Vale lembrar
que o termo "universidade" na modalidade corporativa é
uma espécie de marca fantasia, pois a instituição
não é reconhecida pelo Ministério da Educação.
A qualificação feita por ela está geralmente
associada a instituições de ensino superior, principalmente
quando há curso de pós-graduação envolvido.
Outro dado relevante: apesar de semelhanças,
as universidades corporativas em nada lembram os programas de treinamento
convencionais. Enquanto estes tentam solucionar deficiências
individuais dos funcionários em relação a determinado
conhecimento técnico, as universidades trabalham as necessidades
da empresa de modo amplo. "A universidade corporativa é
uma ideia abstrata que disponibiliza o conhecimento de forma organizada,
assim como as instituições de ensino superior",
destaca Lucilaine Bordin Bellacosa, gerente de Desenvolvimento de
Pessoas da CPFL Energia.
Na opinião de Armando Lourenzo, diretor da
Ernst & Young University, o avanço das universidades corporativas
não significa o fim dos centros de treinamentos, a partir dos
quais muitas das UCs evoluíram. "O treinamento vai continuar
sendo mais uma ferramenta para aprimorar as competências dos
negócios", acredita. Em março, a Ernst & Young
University, braço da gigante de prestação de
serviços na área de auditoria, recebeu o prêmio
de melhor universidade corporativa brasileira, concedido pelo Centro
Internacional de Qualidade & Produtividade dos Estados Unidos
(IQPC, em inglês).
Mesmo confiante no crescimento das UCs no Brasil,
Lourenzo ressalta que o alto custo para montar e manter uma unidade
é um fator limitador da expansão do modelo no país,
principalmente para as pequenas e médias empresas. Uma alternativa
pode ser a aposta em universidades setoriais, que prestam serviço
a um segmento da economia - e não apenas a uma empresa. "O
Brasil já tem alguns exemplos de universidades setoriais, mas
ainda são muito incipientes."
Fonte: Revista Veja
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Universidade OnLine, gratuita e colaborativa |
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A ONU apresentou na terça-feira (19/05) a primeira universidade
global online e de matrícula gratuita, com a qual promoverá
o acesso ao ensino superior pelos estudantes das regiões menos
desenvolvidas do mundo.
Chamado de Universidade do Povo, o projeto faz parte
da Aliança Global da ONU sobre Tecnologia de Comunicação
e Desenvolvimento (Giad, em inglês), criada para solucionar
problemas no setor com novas tecnologias.
“Para centenas de milhões de pessoas
no mundo todo, a educação é um sonho que não
pode se tornar realidade. Abrimos portas para que elas possam continuar
os estudos e sonhar com uma vida melhor”, disse o fundador da
instituição, Shai Reshef.
Sem alarde, a universidade abriu o processo de matrículas
há duas semanas e já conta com 200 alunos de 52 países,
a maioria da China.
Reshef explicou que os requisitos para se matricular
são acesso a um computador, um diploma de ensino médio
e ter noções de inglês.
Os alunos serão divididos em classes virtuais
de 20 pessoas. Eles poderão discutir sobre o material e depois
realizar um exame online.
Também poderão ser feitas consultas
a professores e estudantes voluntários, para tirar dúvidas.
As únicas despesas ficarão por conta
de uma taxa de inscrição, entre US$15 e US$50, e outra
entre US$10 e US$100 por casa teste.
Fonte: Blog Ensino a Distância
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Como as faculdades particulares pretendem vencer o
desafio de incluir as classes C e D |
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Propostas de novos modelos de financiamento
surgem para tentar superar os atuais entraves
Uma rápida análise dos índices
de crescimento de matrículas nas instituições
de ensino superior privadas revela que o intenso crescimento dos últimos
13 anos está chegando ao fim. Segundo números do Ministério
da Educação, em 2002 o crescimento na taxa de matrículas
em instituições de ensino superior privadas foi de 14,8%
sobre o ano anterior. O índice caiu para 11,7% em 2003 e continuou
desacelerando até fechar 2007 na casa dos 4,4%. Para este ano,
o Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino
Superior no Estado de São Paulo (Semesp) prevê que 41,5%
das instituições particulares fecharão o ano
com menos matrículas do que em 2008.
Para o diretor-executivo do Semesp, Rodrigo Capelato,
não é difícil entender as razões por trás
dessa desaceleração. "Até 2003 e 2004 ainda
havia uma demanda por cursos superiores muito retraída nas
classes A e B, composta por jovens que não conseguiam vaga
nas universidades públicas. Com a expansão das faculdades
privadas, essa demanda se esgotou. Então, as instituições
passaram a focar a classe C. Isto funcionou até 2007, mas agora
estamos perto do limite. Na verdade, ainda há muitos jovens
das classes C e D que sonham com uma faculdade. Mas eles não
encontram recursos para matricular-se", avalia Capelato.
Fonte: Revista Ensino Superior
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Número de alunos da educação
a distância cresceu 451 vezes em oito anos |
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O número de alunos que fazem graduação
a distância saltou de 1.682 para 760.599, de 2000 a 2008. O
aumento de matrículas representa crescimento de 451,2 vezes.
O dado foi apresentado pelo secretário de Educação
a Distância, Carlos Eduardo Bielschowsky, nesta quarta-feira
(27), na Comissão de Educação da Câmara.
Na opinião do secretário, a educação
a distância colabora para a garantia de qualidade na graduação.
Segundo ele, seriam pontos positivos a equipe multidisciplinar, a
infraestrutura de apoio, o material didático e os sistemas
de educação.
Segundo Bielschowsky, a formação profissional
técnica de nível médio também deve ter
um acréscimo de vagas oferecidas a distância. A meta
do MEC (Ministério da Educação) é atender
200 mil alunos em mil escolas-polo até 2010, pela Escola Técnica
Aberta do Brasil (e-tec Brasil)
Atualmente, são ofertados 147 cursos, com
11.200 estudantes matriculados. O investimento para este ano no programa
será de mais de R$ 160 milhões. "A cultura da educação
a distância é nova. Estamos construindo uma cultura que
possa se traduzir em ensino de qualidade", disse.
Fonte: UOL Educação
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Evasão sobe 40% nas universidades pagas |
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Após período de queda, o número
de estudantes que abandona o ensino superior privado subiu 40% na
região metropolitana paulista.
Segundo levantamento do setor, 134 mil alunos desistiram
de seus cursos em 2007 (último dado disponível).
O número representa 20,2% do total de matriculados.
No ano anterior, a taxa foi 14,4%, menor que a de 2005 (16,6%).
O Brasil está entre os países da América
Latina que possuem os menores índices de atendimento no ensino
superior (30% da população jovem matriculada, ante 52%
no Chile, segundo a Unesco).
Responsável pelo levantamento sobre a evasão
paulista, o Semesp (sindicato das universidades particulares do Estado)
afirma que o aumento da taxa reflete a ampliação das
matrículas dos alunos das classes C e D -que têm mais
dificuldades com a mensalidade.
"Em geral, é um aluno que trabalha,
sustenta ou ajuda a família. Também tem pouca base para
acompanhar o curso, pois geralmente veio da escola pública.
É mais fácil ele evadir", diz o diretor-executivo
do sindicato, Rodrigo Capelato. Os dados abrangem período anterior
à crise econômica mundial.
Para Capelato, as instituições só
começaram a entender como lidar com um público de baixa
renda recentemente, por meio de mensalidades baixas.
Pesquisador do Instituto Lobo, Oscar Hipólito
afirma que não há uma única explicação
para o aumento da evasão. "Os estudos apontam que, em
geral, o aluno que desiste não gosta do curso, da instituição
ou teve problemas financeiros."
O levantamento do Semesp, feito com dados do MEC,
mostrou ainda que subiu 9,6% o número de matriculados na rede
privada na Grande de São Paulo e que houve diminuição
na concentração de alunos nos cursos de administração
e direito.
Fonte: Folha Online
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