Edição
nº 10- Julho/2007 ..............................................................www.hoper.com.br
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| O
que sua instituição pode fazer para reduzir
o aquecimento global.
O
aquecimento global – que todos vêm sentindo
ano após ano, iniciou um processo mundial de
conscientização. Existem diversas ações
que pessoas e instituições podem adotar
para reduzir o seu impacto ambiental pela redução
da sua emissão de carbono.
Para calcular as emissões de carbono da atividade
educacional, fazemos uso da “Calculadora Verde”.
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mais...
Rafael Villas Bôas Albergaria
E-mail: rafael@hoper.com.br |
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| Curso
Hoper – 5ª.Turma (agora em Foz do
Iguaçu – PR). |
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“Gestão
Sistêmica para Instituições de Ensino”
A Hoper Educacional lança em Foz do Iguaçu a
5ª turma do curso de Gestão Sistêmica para
Instituições de Ensino com ênfase em Planejamento
Estratégico e Marketing Educacional com carga horária
de 48 horas.
Maiores informações: cursos@hoper.com.br
ou 0800 283 9030.
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| Fusões
– Aquisições e Joint Ventures |
|
Aquisição
Investidores procuram IES com 800 a
4.000 alunos para aquisição integral do negócio.
A
Hoper Consultoria seleciona IES interessada na venda integral.
A instituição pode atuar em qualquer parte do
território nacional, em cidades com mais de 200.000
habitantes.
Garantimos sigilo das informações: hoper@hoper.com.br
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| Notícias
do setor (Julho) |
| Acompanhe
por meio da Bússola Educacional os principais acontecimentos
do Setor Educacional no período de Julho. Retomamos as
notícias relevantes, apresentadas de forma direta para
uma leitura rápida. |
| MEC
cria Lei Rouanet da pesquisa. |
| O
governo federal lançou o edital de uma nova lei de incentivo
à ciência e à tecnologia, que já
ficou conhecida como a Lei Rouanet da pesquisa e prevê,
pela primeira vez, redução de impostos para empresas
que investirem em projetos de inovação científica
e tecnológica. |
| Projeto
autoriza uso do FGTS para pagar curso superior.
|
| A
Câmara analisa o Projeto de Lei 253/07, da deputada Manuela
D"Ávila (PCdoB-RS), que permite o uso de recursos
do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para
o pagamento de mensalidades de cursos superiores reconhecidos
pelo Ministério da Educação. |
| Educação
dos filhos impulsiona procura por previdência privada.
|
| FA
previdência privada tem surgido como uma opção
aos pais para poupar recursos para a educação
dos filhos. |
| O
curso é caro? Bancos financiam. |
| Bancar
os cursos de especialização pode ser um dos empecilhos
encontrados por profissionais interessados em dar seqüência
aos estudos. Para incentivá-los alguns bancos oferecem
linhas especiais de crédito, voltadas exclusivamente
para o financiamento de pós-graduação e
MBA. |
| Tarpon
e FGV lançam fundo para financiar faculdade. |
| O
fundo de private equity Tarpon e a Escola de Administração
de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio
Vargas constituíram o primeiro "endowment fund"
de uma instituição de ensino superior no Brasil.
Trata-se de uma categoria de fundo que estabelece que os rendimentos
resultantes de sua gestão sejam revertidos para o financiamento
de uma organização. |
| ERNST
& YOUNG inaugura a primeira Universidade Corporativa do
segmento. |
| A
Ernst & Young acaba de lançar sua própria
universidade corporativa. Batizada como Ernst & Young University
(EYU) e localizada em São Paulo, a universidade corporativa
é a primeira criada por uma empresa de auditoria no Brasil
e está em linha com as demais práticas globais
de formação profissional adotadas pela empresa
no mundo. |
| Estácio
de Sá compra UniRadial.
|
| A
Estácio de Sá - maior universidade brasileira,
com sede no Rio de Janeiro - assinou acordo de compra com o
Centro Universitário Radial (UniRadial). |
| Faculdade
via Internet alcança conceito máximo no Enade
. |
| A
AIEC - Associação Internacional de Educação
Continuada (www.aiec.br), através da Faculdade de Administração
de Brasília, oferece o primeiro curso de Administração
via Internet, reconhecido pelo MEC e agora aprovado no Enade
com o conceito máximo. |
| Fundos
e Bolsa estimulam faculdades. |
| Aberturas
de capital, investimentos de fundos e ações governamentais
poderão tornar o ensino superior privado em um dos segmentos
mais capitalizados dos próximos anos. |
| Produção
científica do Brasil cresce e ultrapassa Suécia. |
| O
Brasil está atualmente na 15ª posição
na lista de países que mais publicam artigos científicos
no mundo. Com isso, o país ultrapassou a Suécia
e a Suíça e começa a ameaçar a Rússia.
|
| Brasil
já forma dez mil doutores por ano. |
| O
Brasil forma hoje cerca de dez mil doutores por ano e a expectativa
é de que esse número chegue a 16 mil em 2011. |
| Escolaridade
afeta diretamente o PIB. |
| Habituados
a ouvir dizer que a baixa escolaridade trava o desenvolvimento,
os brasileiros têm agora um número calculado pelo
Banco Mundial (Bird) que ajuda a provar o tamanho do estrago
social e econômico. |
| Desnacionalização
das Universidade privadas preocupa, afirma Haddad. |
| O
ministro da Educação, Fernando Haddad, manifestou
em junho, em São Paulo, sua preocupação
com a desnacionalização das universidades privadas
no Brasil. Haddad fez a afirmação no fórum
de empresários do Grupo de Líderes Empresariais
(Lide). O ministro reiterou ainda que nem todo o investimento
estrangeiro tem tradição no setor educacional.
|
| Brasil
só perde para a Índia em número de faculdades
de Medicina. |
| A
quantidade de faculdades de Medicina no Brasil só é
menor do que na Índia. Até 2002, elas eram 115.
Hoje chegam a 167. |
| Universitários
lêem pouco, revela Enade. |
| Menos
da metade dos universitários brasileiros (42,8%) exerce
alguma atividade acadêmica além das obrigatórias.
A conclusão faz parte dos resultados do questionário
socioeconômico aplicado aos estudantes que participaram
do Exame Nacional de Desempenho (Enade) de 2006. |
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| Hoper
Consultoria |
Conheça
os serviços de Avaliação Mercadológica
e Diagnóstico Estratégico da Hoper Consultoria.
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 |
Planejamento
Estratégico Sistêmico para Instituições
de Ensino
Sob
condições e mudanças ambientais rápidas
e descontínuas, como as quais nos defrontamos atualmente,
as experiências passadas não são suficientes
para orientar o futuro das organizações. Para enfrentar
as novas situações, é preciso saber escolher
entre as muitas alternativas existentes, tomar decisões consistentes
e saber como mobilizar as energias de um grande número de
pessoas na direção escolhida.
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mais... |
| Análise
Setorial |
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Análise Setorial do Ensino Superior Privado no Brasil
Tendências e Perspectivas - 2010
Após completar 10 anos dedicados aos
estudos mercadológicos do ensino privado brasileiro,
a Hoper Educacional reuniu todo seu material de pesquisa e
ofereceu ao setor de ensino privado o mais completo estudo
setorial já realizado até o momento. A Análise
Setorial do Ensino Superior Brasileiro é fruto de intensas
pesquisas da Hoper e da consolidação das pesquisas
de mais de uma dezena de outras empresas, entre elas o MEC/Inep,
IBGE, Ideal Invest, Observatório Universitário,
Paulo Renato Souza Consultores, Macroplan, ABED, entre outras.
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| Grupo
Hoper |
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Considerada
a empresa pioneira no Marketing Educacional e na Avaliação
Mercadológica de instituições de ensino
no Brasil, a Hoper é, atualmente, a empresa de consultoria
educacional mais citada pela mídia impressa brasileira,
com citações em importantes veículos
entre eles a Revista Veja, Revista Época, jornais O
Estado de São Paulo, Folha de São Paulo, Gazeta
do Povo, Zero Hora, Valor Econômico, Gazeta Mercantil,
entre outros.
Entre
seus clientes de consultoria encontram-se grandes e pequenas
instituições de ensino superior, como a Universidade
Anhembi Morumbi, Universidade Católica de Brasília
(UCB), o Centro Universitário São Camilo, a
PUC-PR, o IESB, a Universidade Regional de Blumenau, a holding
VERIS Educacional (Faculdade IBTA e Faculdade IBMEC RJ e MG),
bem como, grandes redes de ensino básico, como a Rede
Salesiana de Escolas da ISJB, que inclui 19 instituições
de ensino.
Na
parte editorial, foi responsável pela produção
de conteúdo e criação gráfica
da Revista @prender por dois anos e, atualmente, desenvolve
diversas coleções de livros para o ensino superior.
No
segmento de eventos, a Hoper realiza, em média, 12
seminários anuais e foi a empresa criadora e organizadora
do I Congresso Brasileiro de Marketing e Comunicação
para Instituições de Ensino e do Seminário
Internacional de Inovação no Setor Educacional.
Especializada
também em pesquisas no setor educacional, a Hoper é
responsável pelas principais análises estatísticas
do setor de ensino privado. Para dar visibilidade aos seus
trabalhos e pesquisas, atualmente a Hoper desenvolve o boletim
“Bússola Educacional”, periódico
eletrônico mensal cujo conteúdo apresenta temas
pertinentes a educação privada no Brasil.
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Edição
nº 10- Julho/2007 ....................................................www.hoper.com.br
Artigo
do Mês
O que sua instituição
pode fazer para reduzir o aquecimento global.
Rafael
Villas Boas
E-mail: rafael@hoper.com.br
No
início de fevereiro o mundo foi assombrado pelo relatório
do “Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas”
(IPCC, em inglês) da Organização das Nações
Unidas (ONU). O documento prevê um cenário de catástrofe
ambiental em um curto espaço de tempo, e confirma com 90%
de precisão o alerta que cientistas e ambientalistas vem
dando desde a década de 60: a culpa inequívoca do
homem no aquecimento global. O relatório nomeia o grande
vilão desse drama, resíduo da atividade humana,
apresentado na forma da concentrações de dióxido
de carbono (CO2), metano e óxido nitroso na atmosfera.
Segundo a ONU os níveis desses elementos aumentaram de
forma exponencial nos últimos 50 anos devido, entre outros,
ao uso de combustíveis fósseis. O prognóstico
é aterrador: até o fim deste século, a temperatura
da Terra pode subir de 1,8ºC – na melhor das hipóteses
– até 4ºC.
Como conseqüência o derretimento das camadas polares
deve fazer com que os oceanos se elevem entre 18 cm e 58 cm até
2100, colocando em risco dois terços das grandes cidades
do mundo. Além disso, tufões e secas devem se tornar
mais agressivos no curto espaço de tempo.
Existem diversas ações que pessoas e instituições
podem adotar para reduzir o seu impacto ambiental pela redução
da sua emissão de carbono:
a)
Utilizar a energia de maneira mais racional e eficiente, diminuindo
seu consumo energético (no lugar de aumentá-lo).
Está lá, na conta de luz, a unidade métrica
KW/h. Uma instituição poderia fazer uma gincana
entre as suas unidades físicas, premiando aquela que obtiver
a maior redução nessa variável da conta corrente
para a do próximo mês. E para aquela que mantiver
esse consumo reduzido pelo período de um ano, um prêmio
ainda maior.
b)
Realizar um “Ciclo de Conscientização Ambiental”,
ou similar, para seus alunos, válido como atividade complementar,
por mais que você não possua nenhum curso diretamente
ligado à área. E nesse Ciclo, apresentar o problema
com a profundidade necessária e como cada um faz parte
da solução.
c)
Substituir os recursos energéticos derivados de combustíveis
fósseis, não renováveis, por outros com menores
emissões de carbono por kWh consumido, ou até mesmo
evitar viagens. Demanda investimento, mas além de contribuir
com a sobrevivência da raça humana, pode ser contabilizada
por créditos no presente sendo capitalizado por meio de
assessoria de imprensa, posicionamento etc. São as fontes
renováveis a energia solar, eólica, biomassa, entre
outras.
d) Por fim, o manejo, a captura e a compensação
do carbono. O manejo visa “seqüestrar” e armazenar
o carbono emitido na atmosfera, por meio da fotossíntese
de plantas cultivadas. A “captura” é um conceito
industrial e mais recente. Prevê que o carbono seja armazenado
em poços de petróleo e gás exauridos ou nas
profundezas dos oceanos.
Ameaça
a vida humana, representada pelo aquecimento global – que
todos vêm sentindo ano após ano (35.000 pessoas morreram
de calor, em 2005 na Europa), iniciou um processo global de conscientização.
Deixou de ser pauta exclusiva de debates políticos e de
protestos de ambientalistas, e passou a figurar na agenda de gente
comum, de pequenas e médias empresas. Mais do que uma ação
passiva, a “vida neutra em carbono" vem tornando-se
uma mega-tendência.
A “neutralização do carbono” é
obtida por meio de um cálculo que prevê o número
de árvores necessárias para compensar as emissões
das atividades de uma pessoa ou uma empresa. Uma ação
que conta com porta vozes da estatura do “ex-próximo
presidente dos EUA”, Al Gore, Leonardo DiCaprio, os taxistas
de Londres e CEOs de grandes corporações.
A compensação não é uma unanimidade,
contudo. Os opositores do movimento dizem que a "neutralidade"
dá a falsa impressão de que é possível
continuar a poluir, e que essas atitudes ajudarão a reduzir
o aquecimento global. É fato que o problema requer soluções
estruturais. A compensação, contudo, enquanto uma
ação isolada, contribui positivamente e vêm
sendo utilizada em larga escala. O carnaval de São Paulo,
foi compensado com 1500 árvores e novas leis e iniciativas
surgem todos os dias nesse sentido.
Para atender a essa nova demanda uma série de empresas
vêm se especializando em calcular a quantidade de carbono
emitida na atmosfera pelas atividades empresariais, e na conversão
dessa emissão em atividades que reduzam a poluição
(principalmente o cultivo de plantas que seqüestrem e fixem
carbono emitido). É possível fazer uma simulação
online em www.thegreeninitiative.org.
Ainda que não seja uma unanimidade enquanto solução
todos concordam que compensar é melhor que não fazer
nada. Se alinhada a outras ações os resultados podem
ser ainda maiores.
Portanto neutralize seus alunos.
Para calcular as emissões de carbono da atividade educacional,
fazemos uso da “Calculadora Verde”.
Para carregar esse programa com as variáveis necessárias,
trouxemos como exemplo os mesmos dados utilizados pelo Case Ilustrativo
proposto pelo Semesp (para o reajuste das mensalidades em janeiro
de 2005). Desse case obtivemos alguns custos processados pela
“Calculadora Verde”.
| ITEM |
VALOR |
PESO |
ITEM |
VALOR |
PESO |
| Água
e Esgoto |
R$
19.875,44 |
1,99% |
Estacionamento |
R$
611,55 |
0,06% |
| Aluguel |
R$
36.707,28 |
3,67% |
Folha
de pagamento |
R$
525.699,13 |
52,57% |
| Artigo
de papelaria |
R$
6.115,52 |
0,61% |
Gás |
R$
305,78 |
0,03% |
| Artigos
de higiene |
R$
917,33 |
0,09% |
Imposto
predial |
R$
947,79 |
0,09% |
| Artigos
de limpeza |
R$
917,33 |
0,09% |
Laboratório
de informática |
R$
10.000,00 |
1,00% |
| Biblioteca |
R$
18.342,59 |
1,83% |
Mobiliário |
R$
5.594,58 |
0,56% |
| Cartório |
R$
305,78 |
0,03% |
Obras
novas e reformas |
R$ 65.000,00 |
6,50% |
| Combustivél
(veículos) |
R$
611,55 |
0,06% |
Outros |
R$
3.057,76 |
0,31% |
| Consertos
e manutenção |
R$
29.445,10 |
2,94% |
Plano
de Saúde |
R$
52.808,64 |
5,28% |
| Contribuição
Assoc. e Assist. |
R$
987,54 |
0,10% |
Serviços
de Terceiros |
R$ 30.866,40 |
3,09% |
Constribuição
Sindical |
R$
500,00 |
0,05% |
Taxa
condominial |
R$
1.000,00 |
0,10% |
Correio |
R$
305,78 |
0,03% |
Taxas
Bancárias |
R$
6.693,12 |
0,67% |
| Despachante
|
R$
305,78 |
0,03% |
Telefone |
R$
28.222,00 |
2,82% |
Encargos
Financeiros |
R$
65.000,00 |
6,50% |
Transporte
Público |
R$
15.288,80 |
1,53% |
Energia
Elétrica |
R$
55.130,29 |
5,51%
|
Treinamento |
R$
7.338,62 |
0,73% |
Equipamentos |
R$
11.098,54 |
1,11% |
TOTAL |
R$
1.000.000,00 |
100,00% |
Para obter as emissões médias
de carbono de uma Instituição, o software faz uso
das seguintes variáveis:
a)
Consumo mensal de Energia Elétrica
(quantidade mensal em R$ ou em KWh) R$ 55.130,00 (CO2 Total: 0.45
ton/CO2)
b)
Consumo mensal de gás (obtido pelo
tipo de gás utilizado e o consumo médio mensal) R$
305,00 (CO2 Total: 1.16 ton/CO2)
c)
Transporte (pelo meio de transporte utilizado e a quilometragem)
para o cálculo dessa variável utilizamos como base
2.625 pessoas utilizando o transporte publico e locomovendo-se 10
km por dia de ônibus. Essas 2.6 mil pessoas são obtidas
da relação de R$ 1.000.000,00 de custos (proposta
no Case do Semesp) por 0,06 (um mark up de 6%), divididas pelo valor
de R$ 400,00 (ticket médio do setor). O resultado seriam
2.5 mil alunos. Se essa escola tiver uma relação de
20 alunos por funcionário terá, então 125 colaboradores.
No total sua comunidade é composta por 2.625 pessoas que
percorrem 21.250 km por dia, ou 525.000 km por mês.
(CO2 Total: 176.04 ton/CO2)
d) Viagens de Avião. (por
viagens domésticas ou internacionais, obtida pela distância
entre as cidades).
Para efeito de calculo, assumimos que de todos os colaboradores
essa Instituição, duas viagens sejam feitas no trecho
São Paulo/Brasília um vez por mês.
Essa Instituição de Ensino
modelo possui, em uma análise superficial, uma emissão
anual de 179.10 ton/CO2. Para neutralizar seu impacto ambiental
necessitaria plantar 1.194 árvores por ano.
Para
um projeto de seqüestro de carbono ser viável ele precisa
ser seguro, monitorável, mensurável e economicamente
viável (quando comparado com outras formas de eficiência
energética ou substituição de fontes de geração).
O estudo é mais complexo e profundo. Uma parcela dos alunos
e funcionários da Instituição vai para a escola
de carro, que polui mais que o transporte público, em trechos
maiores. As viagens de avião tendem a ser mais freqüentes
com o barateamento da passagem aérea. Para um estudo mais
amplo a instituição pode entrar em contato com a Hoper
Consultoria e solicitar uma avaliação. O selo de “empresa
ambientalmente responsável” ou “livre de carbono”
tenderá a ser cada vez mais valorizado nos projetos e sustentabilidade
e de governança corporativa. E tende a ser, ainda mais, valorizado
pela sociedade e pelos consumidores de forma geral.
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| Edição
nº 10– Julho/2007 ...................................................www.hoper.com.br |
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Notícias
do setor (Julho) |
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| Educação
dos filhos impulsiona procura por previdência privada.
|
| A
previdência privada tem surgido como uma opção
aos pais para poupar recursos para a educação dos
filhos. Segundo dados da Fenaprevi (Federação Nacional
de Previdência Privada e Vida) divulgados ontem, os planos
para menores de idade registraram, em abril, crescimento de 138,71%,
com captação de R$ 134,801 milhões, contra
R$ 56,471 no mesmo mês (junho) de 2006.
O crescimento da previdência para menores de idade também
é observado no acumulado dos quatro primeiros meses do ano,
quando esse tipo de plano captou R$ 438,3 milhões --alta
de 84,51%.
De acordo com o vice-presidente da Fenaprevi, Marco Antônio
Rossi, a previdência é mais uma alternativa de poupança.
"Hoje, os custos para a formação educacional
dos filhos têm sido cada vez maiores. Esse conceito de poupança,
já tradicional nos Estados Unidos, está sendo ampliado
no Brasil".
Previdência privada é uma opção aos pais
para poupar recursos para a educação dos filhos
A previdência privada para menores tem crescido de forma mais
acelerada, mas a captação total de recursos por esse
mercado também sobe no geral: atingiu R$ 2,1 bilhões
em abril, valor 41,38% superior ao registrado no mesmo mês
de 2006, de R$ 1,48 bilhão. Nos primeiros quatro meses do
ano, a captação do setor já acumula alta de
25%, na casa dos R$ 8 bilhões.
Fonte:
Folha de São Paulo
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| Edição
nº 10– Julho/2007 ...................................................www.hoper.com.br |
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Notícias
do setor ( Julho) |
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| Projeto
autoriza uso do FGTS para pagar curso superior. |
A
Câmara analisa o Projeto de Lei 253/07, da deputada Manuela
D"Ávila (PCdoB-RS), que permite o uso de recursos do
Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para o pagamento
de mensalidades de cursos superiores reconhecidos pelo Ministério
da Educação. Pela proposta, o titular da conta vinculada
ou seus dependentes poderiam sacar os valores depositados na conta
do FGTS nos seguintes casos:
- para pagamento de mensalidades em cursos de graduação
e pós-graduação;
- para pagamento de mensalidades em atraso em ambos os cursos; e
- para liquidação ou amortização de
dívida com instituições de ensino superior,
tanto de cursos de graduação como de pós-graduação.
Qualificação
O objetivo é estimular a formação profissional
e o aperfeiçoamento técnico de jovens que não
tiveram oportunidade de ingressar em universidades públicas.
Para a deputada, a qualificação acadêmica é
uma exigência do mercado de trabalho. Em sua opinião,
portanto, a aprovação da proposta possibilitaria o
acesso de muitos jovens trabalhadores ao ensino superior. Além
disso, em sua avaliação, a medida "reduziria
o alto nível de inadimplência existente hoje nas instituições
privadas de ensino superior, devido às dificuldades financeiras
dos estudantes".
A proposta altera a Lei do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço
(Lei 5107/66), regulamentada pelo Decreto 59820/66. O fundo é
formado por depósitos mensais, efetuados pelas empresas em
nome de seus empregados, no valor equivalente a 8% do vencimento
mensal. Atualmente, o FGTS pode ser utilizado principalmente para
financiar a casa própria. Entre outros casos previstos por
lei para o saque integral dos recursos estão o tratamento
de doenças incuráveis, como câncer e aids, aposentadoria
por idade ou quando o trabalhador fica por mais de três anos
consecutivos sem registro na carteira de trabalho.
Fonte:
Portal da Câmara |
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| Edição
nº 10– Julho/2007 ...................................................www.hoper.com.br |
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Notícias
do setor (Julho) |
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O curso é caro ? Bancos financiam |
| Bancar
os cursos de especialização pode ser um dos empecilhos
encontrados por profissionais interessados em dar seqüência
aos estudos. Para incentivá-los alguns bancos oferecem linhas
especiais de crédito, voltadas exclusivamente para o financiamento
de pós-graduação e MBA. Entre eles estão
o Banco do Brasil, o Bradesco, a Caixa Econômica Federal e
o Real.
Os pré-requisitos básicos para a concessão
do crédito são que a instituição de
ensino seja conveniada ao programa oferecido pelo banco e o interessado
tenha seu crédito aprovado. No Banco do Brasil é preciso
ainda ser correntista do banco e ter cartão de crédito
com bandeira Visa. O valor máximo do financiamento é
R$ 20 mil e a taxa de juro mensal é de 2,32%. O pagamento
pode ser feito em até 48 meses. Há carência
de 59 dias para pagamento da primeira parcela.
Também destinado a correntistas, o CDC MBA do Bradesco financia
até R$ 20 mil. O juro é de 2% ao mês e o prazo
máximo de parcelamento é de 36 meses.
Já na Caixa Econômica há três opções
de produtos. Dois são para clientes que recebem salário
por meio da instituição e um é para não-correntistas.
Embora as condições para obter o crédito sejam
as mesmas para os três produtos, as taxas de juros para os
clientes são mais baixas, variando de 1,45% a 2,99% ao mês.
Para quem não é correntista a taxa mínima é
de 2,60% e a máxima de 3,29% ao mês. O limite de crédito
é de R$ 30 mil e o prazo concedido é de 36 meses.
Quem pretende financiar valor superior a R$ 30 mil pode consultar
o Banco Real, que oferece empréstimos de até R$ 40
mil, com taxa de juro de 2,35% ao mês e prazo de financiamento
de até 36 meses. Há carência de 45 dias para
início do pagamento. Não é preciso ser correntista
do banco. Para ter uma idéia de quanto será o desembolso
mensal, o Real tem um simulador no site.
Fonte:
O Estado de São Paulo
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| Edição
nº 10– Julho/2007 ...................................................www.hoper.com.br |
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Movimentos
de Mercado |
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| Tarpon
e FGV lançam fundo para financiar faculdade |
29/06/2007
- O fundo de private equity Tarpon e a Escola de Administração
de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio
Vargas constituíram o primeiro "endowment fund"
de uma instituição de ensino superior no Brasil. Trata-se
de uma categoria de fundo que estabelece que os rendimentos resultantes
de sua gestão sejam revertidos para o financiamento de uma
organização. O fundo nasce com a meta de captar R$
5 milhões nos próximos 12 meses, por meio de cotas
de R$ 500 mil, sendo que a primeira será integralizada pela
Tarpon até o final deste ano.
Cada cotista terá a opção de receber de volta
sua cota acrescida da variação do IGP-M mais 6% ao
ano depois do terceiro ano de gestão ou receber a cota mais
a valorização contabilizada no período -- vale
o que for menor. Caso os cotistas aprovem a gestão dos investimentos
e os resultados da aplicação dos recursos na propagação
de conhecimento e formação de profissionais para a
área de finanças e investimentos, eles poderão
doar definitivamente a cota corrigida do fundo para a FGV-EAESP,
que constituirá seu "endowment fund".
Do volume total captado pelo fundo, 80% serão geridos pelo
período de três anos diretamente por profissionais
da Tarpon e 20% serão investidos de acordo com recomendação
dos alunos que cursarem a disciplina "Análise de Empresas
e Gestão de Carteiras: Tarpon-FGV". A disciplina, que
tem patrocínio da Tarpon, já formou cerca de 60 alunos
da FGV-SP. Esses estudantes respondem pela gestão de um clube
de investimentos que registra valorização de 89% de
seu capital frente à dotação inicial feita
pela Tarpon, cujos profissionais supervisionam as decisões
de investimentos do clube.
A estratégia de investimentos do "endowment fund"
da FGV será definida por um comitê de investimentos
constituído por representantes dos cotistas, da FGV-EAESP
e do GVcepe, o Centro de Estudos em Private Equity e Venture Capital
da FGV-EAESP, responsável pela concepção e
coordenação do projeto. Caberá ao comitê
fiscalizar as operações financeiras e aprovar o relatório
de resultados.
Os recursos arrecadados com as taxas de administração
(2% ao ano) e de performance (20% do que exceder IGP-M+6%) serão
destinados à pesquisa e ao investimento em docência
e bolsas de estudo. Os demais recursos advindos da rentabilidade
superior à inflação mais 6% serão revertidos
integralmente ao patrimônio do fundo em nome da FGV, garantindo
a perenidade do projeto de investimento na entidade, independentemente
de seus parceiros fundadores.
Fonte:
Portal Exame |
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Movimentos
de Mercado |
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| ERNST
& YOUNG inaugura a primeira Universidade Corporativa do segmento.
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A
Ernst & Young (empresa global com mais de 1.800 colaboradores
espalhados por nove cidades brasileiras, com uma linha de serviços
focada nas áreas de auditoria, gestão de riscos, assessoria
tributária e assessoria em transações corporativas)
acaba de lançar sua própria universidade corporativa.
A iniciativa, que consumirá anualmente mais de R$ 20 milhões,
pode ser definida como o primeiro centro de desenvolvimento de competências
da empresa, com sede própria, voltado para o aperfeiçoamento
profissional de seus colaboradores brasileiros.
Batizada como Ernst & Young University (EYU) e localizada em
São Paulo, a universidade corporativa é a primeira
criada por uma empresa de auditoria no Brasil e está em linha
com as demais práticas globais de formação
profissional adotadas pela empresa no mundo.
Para criar um projeto consistente do ponto de vista acadêmico,
estruturado para preencher as eventuais lacunas de formação
presentes em seus setores de atuação, a Ernst &
Young contratou o professor Armando Lourenzo, doutor e mestre em
administração pela FEA/USP e com larga experiência
no segmento educacional. "Criamos um método estruturado
de ensino que busca desenvolver talentos aptos ao exercício
de suas atividades profissionais e à gestão e continuidade
dos negócios, por meio de um processo de aprendizado contínuo
e aplicado", explica Lourenzo.
No que tange à capacitação, a metodologia de
ensino é outro diferencial da universidade corporativa da
Ernst & Young no Brasil. Ela contempla a fase de aprendizado
teórico do colaborador (learning), seguida por experiências
práticas que nortearão seu crescimento e desenvolvimento
como profissional (experiences). O programa de formação
prevê ainda aconselhamento da liderança imediata, o
que contribui para um melhor aproveitamento educacional.
Os cursos ministrados na EYU serão elaborados em aulas virtuais
e no formato presencial, com o intuito de desenvolver habilidades
pessoais e de gestão (management skills), competências
específicas ou técnicas de cada área de negócio,
incluindo demandas de conhecimento por indústria e necessidades
da área de RH.
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Movimentos
de Mercado |
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| Estácio
de Sá compra UniRadial. |
A
Estácio de Sá - maior universidade brasileira com
178 mil alunos e receita de R$ 869 milhões em 2006, com sede
no Rio de Janeiro - assinou acordo de compra com o Centro Universitário
Radial (UniRadial). A instituição paulista, voltada
para as classes C e D, será a porta de entrada da Estácio
no maior mercado de educação do País, com um
universo de 400 mil universitários apenas na capital e que,
a cada ano, abriga 130 mil novos calouros.
As duas universidades não comentam o negócio. A UniRadial
tem valor estimado entre R$ 60 milhões e R$ 70 milhões,
diz Ryon Braga, da Hoper Consultoria. O modelo de venda prevê
a compra à vista de 51% do capital e o restante em quatro
anos. Por ser um centro universitário, a Estácio poderá
multiplicar sua presença rapidamente. O que deverá
acirrar o processo de consolidação do setor iniciado
pela Anhanguera Educacional, que no início de fevereiro comprou
o Centro Universitário Ibero-Americano (Unibero) com o mesmo
objetivo. "É um golpe duro para a Anhanguera",
avalia Braga.
A Estácio registrou pedido para abrir seu capital junto à
comissão de Valores Mobiliários (CVM), a exemplo da
Anhanguera, que em março captou R$ 512,3 milhões na
oferta pública de ações. Também o Grupo
Pitágoras, de Belo Horizonte, prepara o lançamento
de ações.
A rede de ensino da Estácio é composta por uma universidade,
um centro universitário e 12 faculdades, que contam, em conjunto,
com 55 campi, sendo 39 no Estado do Rio de Janeiro (o segundo maior
mercado do Brasil, com 15 milhões de habitantes) e 16 campi
em outros 11 estados brasileiros. A universidade oferece 89 cursos
de graduação, dos quais 40 são de graduação
tradicional e 49 são de graduação tecnológica.
A UniRadial, de Ibrahim David Curi Neto, tem hoje 8 mil alunos,
que pagam mensalidade média R$ 360,00. Com 40 anos de atividade,
em janeiro de 2007, a Radial foi credenciada pelo MEC como Centro
Universitário Radial. Atualmente, possui seis campi em São
Paulo, um no ABC e um em Curitiba.
Fonte: Gazeta Mercantil |
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Movimentos
de Mercado |
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| Faculdade
via Internet alcança conceito máximo no Enade. |
O
Exame Nacional de Desempenho de Estudantes - Enade 2006 avaliou
1.475 cursos de Administração e apenas 45 (3%) obtiveram
a nota máxima (5) na média das provas de conhecimentos
gerais e específicos. Desse pequeno rol, 31 são ministrados
por universidades públicas e 14 por instituições
privadas, incluindo um curso via Internet, do qual participam estudantes
de todos os estados brasileiros e centenas que moram no exterior.
A AIEC - Associação Internacional de Educação
Continuada (www.aiec.br), através da Faculdade de Administração
de Brasília, oferece o primeiro curso de Administração
via Internet, reconhecido pelo MEC e agora aprovado no Enade com
o conceito máximo. A instituição conseguiu,
assim, colocar-se ao lado de instituições consagradas
no ensino presencial de Administração de Empresas,
como a FGV, o IBMEC e a FAAP.
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Movimentos
de Mercado |
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| Fundos
e Bolsa estimulam faculdades. |
Aberturas
de capital, investimentos de fundos e ações governamentais
poderão tornar o ensino superior privado em um dos segmentos
mais capitalizados dos próximos anos. Estimativas de mercado
mostram que o Brasil possui aproximadamente 3,5 milhões de
estudantes de ensino superior privado divididos em cerca de 2.000
instituições e pagando mensalidades entre R$ 250 e
R$ 2 mil. Apesar da inadimplência, o volume financeiro do
setor é bastante representativo e, segundo especialistas,
dentro de 24 meses dez instituições estarão
aptas a entrar com o pedido de abertura de capital na Bolsa de Valores
de São Paulo (Bovespa). A Anhangüera foi a pioneira
nesse sentido e recebeu investimentos de um fundo private equity
que ajudou em seus processos de capitalização para
sua entrada na Bolsa. A Estácio de Sá, do Rio de Janeiro,
segue no mesmo caminho e está com uma oferta inicial de companhia
aberta em análise desde 31 de maio deste ano. Fontes do mercado
dizem que a UniRadial, de Curitiba (PN), antiga Faculdade Pitágoras,
também faz planos de abrir capital na Bolsa e com isso alavancar
seus investimentos em educação. Procurados pelo DCI,
a diretoria da UniRadial disse nada ter a declarar sobre o assunto.
Além do estímulo da Bolsa de Valores, o governo também
poderá beneficiar esse segmento com um projeto de Lei que
já está no Senado, possibilitando a transformação
de dívidas fiscais em certificados de dívidas públicas
a serem trocados por bolsas de estudo, através do Programa
de Financiamento Estudantil (Fies). O projeto envolve somente ensino
superior e estima-se que essa dívida chegue a R$ 12 bilhões,
dizem analistas de mercado. Segundo a Ideal Invest, as instituições
de ensino superior estão buscando uma forma de equalizar
suas dívidas e alongar seus passivos, e elas têm feito
isso por meio de operações como Fundos de Investimentos
em Direitos Creditórios (FIDCs), que é o mercado de
atuação da Ideal Invest.
Fusões.
Hermes Ferreira Figueiredo, presidente do Sindicato das Entidades
Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de
São Paulo (Semesp) e reitor da Unicsul, diz que há
processos de fusões e aquisições em andamento
independentemente da abertura de capital das faculdades. Figueiredo
diz que a Unicsul não descarta a hipótese de abrir
capital caso o mercado convirja nesse sentido. "A Unicsul já
possui um faturamento de R$ 100 milhões e estamos atentos
aos movimentos de mercado", diz. "Mas é preciso
ter comprometimento com a educação acima de tudo e
os grupos de ensino superior têm que manter seu perfil. O
ensino de qualidade requer recursos pela modernidade e hoje os custos
são muito elevados", completa.
Figueiredo conta que as universidades estão dialogando mais
com o exterior, assim como acontece no mercado financeiro. "Em
maio, a Unicsul abriu uma pós-graduação em
odontologia só para alunos do exterior e no mês de
julho teremos uma turma de Portugal", conta.
Segundo o reitor, há uma série de finalidades para
o valor dessas possíveis emissões primárias
de ações por parte das faculdades, que vão
além do aumento do número de vagas nos cursos. "O
capital normalmente é destinado também para o reequipamento
interno, para construção de laboratórios e
melhorias em geral na tecnologia voltada ao ensino".
Para Figueiredo, o ensino superior está crescendo e as expectativas
mais otimistas dizem que 30% dos jovens de 18 a 24 anos devem ter
acesso à universidade até 2011. "10% dos jovens
dessa faixa etária têm acesso à universidade
atualmente", comenta.
Governança nas faculdades
O presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM),
Marcelo Trindade, deixará o cargo em julho após pouco
mais de três anos de mandato e já recebeu muitas propostas
de grandes instituições de ensino para lecionar. Ele
diz que a abertura de capital desse segmento já é
uma realidade nacional. "O mercado de capitais é uma
via saudável para todas as entidades", diz Trindade.
O presidente do Conselho de Administração do Instituto
Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI), João
Nogueira Batista, vai pela mesma linha de Trindade e diz que grandes
grupos como Objetivo (ligado à Universidade Paulista -Unip)
possuem potencial para aderir à Bolsa. "O ensino também
é um negócio. Os níveis de governança
que a Bolsa exige podem ajudar a melhorar a estrutura das instituições
de ensino". Segundo Batista, a Bolsa de Valores é uma
realidade nos processos de crescimento das empresas e deverá
fazer parte da estratégia de crescimento de boa parte delas
nos próximos anos.
Fonte: DCI
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Contexto e Macro-Ambiente |
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| Produção científica
do Brasil cresce e ultrapassa Suécia. |
O
Brasil está atualmente na 15ª posição
na lista de países que mais publicam artigos científicos
no mundo: foram 16.872 no ano passado, ou 1,92% da produção
global. O número representa um crescimento de quase 7% em
relação a 2005 e de 33% na comparação
com 2004.
Com isso, o país ultrapassou a Suécia e a Suíça
e começa a ameaçar a Rússia, que por sua vez
apresentou uma queda significativa na área, de quase 17%
no ano passado na comparação com 2005.
Apesar de a produção científica nacional caminhar
atualmente em uma linha ascendente, esse resultado era esperado
pelo governo apenas em 2008. Entre os motivos que explicam o salto
está a avaliação mais rigorosa de cursos como
psicologia e psiquiatria (que publicou 70% mais no período
de 2004 a 2006, em relação a 2001-2003), ciências
sociais (52% a mais) e medicina (incremento de 47%).
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Contexto
e Macro-Ambiente |
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| Brasil já forma dez
mil doutores por ano. |
O Brasil forma hoje cerca de dez mil doutores por ano e a expectativa
é de que esse número chegue a 16 mil em 2011.
Os cursos de pós-graduação oferecidos em diferentes
áreas do conhecimento somam 3.632, sendo 2.393 de mestrado
e 1.239 de doutorado, com o ingresso de 50 mil alunos por ano. O
número de cursos novos cresce, em média, 7% ao ano.
Com a retomada em 2004 do Plano Nacional de Pós-Graduação,
a Capes fez um diagnóstico da situação da área.
Um dos problemas verificados é a assimetria regional. A maior
parte dos cursos está nas regiões Sudeste e Sul: são
72% dos mestrados e 80% dos doutorados, enquanto na região
Norte os percentuais chegam a 4% de mestrados e 2% de doutorados.
A pós-graduação brasileira avança também
para o exterior. A Capes está induzindo a realização
de cursos de mestrado e doutorado em outros países, como
África, Argentina, Estados Unidos e França, oferecidos
por instituições brasileiras sozinhas ou em parceria
com instituições estrangeiras. Já está
em funcionamento um programa de mestrado em saúde pública
em Angola, oferecido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz),
e três mestrados nas áreas das engenharias em Cabo
Verde promovidos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul
(UFRGS). Além disso, está em fase de aprovação
um doutorado em biologia molecular de plantas, desenvolvido por
meio de parceria entre a Escola Superior de Agricultura Luiz de
Queiroz (Esalq/USP) e duas instituições norte-americanas
— as universidades de Ohio e Rutgers.
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Contexto
e Macro-Ambiente |
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| Escolaridade afeta diretamente o PIB. |
Habituados
a ouvir dizer que a baixa escolaridade trava o desenvolvimento,
os brasileiros têm agora um número calculado pelo Banco
Mundial (Bird) que ajuda a provar o tamanho do estrago social e
econômico.
Segundo o banco, o Produto Interno Bruto (PIB) do País deixa
de crescer meio ponto porcentual por ano porque um grande contingente
de jovens não consegue terminar a escola. Essa porcentagem
significa que, em uma geração (40 anos, neste caso),
o Brasil deixa de ganhar R$ 300 bilhões, o equivalente a
16% do Produto Interno Bruto.
O estrago e a conta estão no relatório “Jovens
em Situação de Risco no Brasil”, divulgado ontem
em Brasília.
O diagnóstico do Banco Mundial é duro: “A baixa
acumulação de capital humano permite antecipar uma
futura geração que não será competitiva
nem na região, nem no mundo”, diz o estudo. “Não
apoiar os jovens é um custo alto para o País. É
um grupo sobre o qual o governo tem de pensar mais”, disse
a autora do estudo, Wendy Cunningham, economista sênior do
Banco Mundial.
Apesar de uma certa evolução - os jovens brasileiros
hoje têm, em média, 8,5 anos de estudo, um a mais do
que a geração anterior -, a escolaridade no País
é considerada baixa. O estudo mostra que o número
de jovens que chegam ao ensino superior no Brasil é o menor
da América Latina.
Fonte: O Estado de São Paulo
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Contexto
e Macro-Ambiente |
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| Desnacionalização
das Universidade privadas preocupa, afirma Haddad. |
O
ministro da Educação, Fernando Haddad, manifestou
em junho, em São Paulo, sua preocupação com
a desnacionalização das universidades privadas no
Brasil. "Não é um setor qualquer. Não
conheço situação tão peculiar. As instituições
migram para o regime de empresa para enfrentar uma situação
financeira adversa e podem ser adquiridas rapidamente por capitais
estrangeiros."
Haddad fez a afirmação no fórum de empresários
do Grupo de Líderes Empresariais (Lide). O ministro reiterou
ainda que nem todo o investimento estrangeiro tem tradição
no setor educacional e lembrou que a posição do MEC
é negocial, principalmente diante da intenção
do Congresso Nacional de mudar a lei vigente, que limita atualmente
o capital não-brasileiro em atividades educacionais em 30%.
Fonte:
Maxpress
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Contexto
e Macro-Ambiente |
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| Brasil só perde para a Índia
em número de faculdades de Medicina. |
A
quantidade de faculdades de Medicina no Brasil só é
menor do que na Índia. Até 2002, elas eram 115. Hoje
chegam a 167. Os dados são de levantamento apresentado pela
Associação Médica Brasileira (AMB), durante
o 11º Encontro Nacional das Entidades Médicas (Enem),
em Brasília.
A vice-liderança no ranking dos países com mais escolas
médicas – à frente da China e Estados Unidos,
por exemplo - não é motivo de comemorações.
Especialistas apontam a fraca estrutura de ensino da maioria das
faculdades de Medicina abertas no País como um perigo para
a saúde pública.
O Ministério da Educação (MEC), responsável
pelas autorizações de cursos, é inclusive acusado
de permissividade. Durante a década de 1970, 62 faculdades
de Medicina funcionavam no Brasil. De 1971 a 1976 e de 1979 a 1987,
nenhum novo curso recebeu autorização de funcionamento.
A partir dos anos 90, essa situação mudou. Apenas
nessa década foram criadas 17 faculdades, número igual
ao acumulado nas décadas de 1970 e 1980.
Nos Estados Unidos existem 125 faculdades, no Japão, 80,
na França, 47, e no Reino Unido, 31.
Fonte:
A Gazeta - ES |
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Contexto
e Macro-Ambiente |
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| Universitários
lêem pouco, revela Enade. |
Menos
da metade dos universitários brasileiros (42,8%) exerce alguma
atividade acadêmica além das obrigatórias, 47,1%
não lêem ou lêem no máximo dois livros
por ano, excetuando os escolares, e 41,3% se informam mais pela
televisão. A conclusão faz parte dos resultados do
questionário socioeconômico aplicado aos estudantes
que participaram do Exame Nacional de Desempenho (Enade) de 2006.
A justificativa para a pouca dedicação à leitura
e ao estudo está na falta de tempo dos alunos. Dos estudantes
que prestaram o Enade, 68,2% estudam à noite e 73,2% trabalham
durante o dia.
Apesar de a televisão ser o principal meio de informação
sobre o mundo, observou-se que a internet vem ganhando espaço.
No exame do ano passado, cerca de 47% preferia a televisão,
o que mostra uma redução de 22 pontos percentuais
em relação aos dados de 2002 (quando era aplicado
o Provão, substituído pelo Enade). A média
da internet dos últimos três anos é de 33,2%
-em 2002 era de 9,5%.
Com o Enade de 2006 foi concluído o ciclo de avaliações
de todas as áreas do conhecimento. O primeiro grupo avaliado
foi nas áreas de saúde e agrárias, em 2004,
seguido por engenharias e licenciaturas, em 2005, ciências
sociais aplicadas e jurídicas, no ano passado.
A partir do cruzamento de dados dos grupos, foi possível
observar, por exemplo, que a maioria dos estudantes da área
de saúde veio de escolas particulares. Os estudantes de licenciatura,
ao contrário, vieram do ensino público. No caso de
medicina, apenas 8,2% estudou em escola pública. No curso
de letras, esse percentual sobe para 70%.
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