Edição nº 10- Julho/2007 ..............................................................www.hoper.com.br

O que sua instituição pode fazer para reduzir o aquecimento global.

O aquecimento global – que todos vêm sentindo ano após ano, iniciou um processo mundial de conscientização. Existem diversas ações que pessoas e instituições podem adotar para reduzir o seu impacto ambiental pela redução da sua emissão de carbono.
Para calcular as emissões de carbono da atividade educacional, fazemos uso da “Calculadora Verde”.

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Rafael Villas Bôas Albergaria
E-mail: rafael@hoper.com.br

Curso Hoper – 5ª.Turma (agora em Foz do Iguaçu – PR).
 

“Gestão Sistêmica para Instituições de Ensino”
A Hoper Educacional lança em Foz do Iguaçu a 5ª turma do curso de Gestão Sistêmica para Instituições de Ensino com ênfase em Planejamento Estratégico e Marketing Educacional com carga horária de 48 horas.

Maiores informações: cursos@hoper.com.br ou 0800 283 9030.

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Fusões – Aquisições e Joint Ventures


Aquisição
Investidores procuram IES com 800 a 4.000 alunos para aquisição integral do negócio.

A Hoper Consultoria seleciona IES interessada na venda integral. A instituição pode atuar em qualquer parte do território nacional, em cidades com mais de 200.000 habitantes.
Garantimos sigilo das informações: hoper@hoper.com.br

Notícias do setor (Julho)
Acompanhe por meio da Bússola Educacional os principais acontecimentos do Setor Educacional no período de Julho. Retomamos as notícias relevantes, apresentadas de forma direta para uma leitura rápida.
 MEC cria Lei Rouanet da pesquisa.
O governo federal lançou o edital de uma nova lei de incentivo à ciência e à tecnologia, que já ficou conhecida como a Lei Rouanet da pesquisa e prevê, pela primeira vez, redução de impostos para empresas que investirem em projetos de inovação científica e tecnológica.
Projeto autoriza uso do FGTS para pagar curso superior.
A Câmara analisa o Projeto de Lei 253/07, da deputada Manuela D"Ávila (PCdoB-RS), que permite o uso de recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para o pagamento de mensalidades de cursos superiores reconhecidos pelo Ministério da Educação.
Educação dos filhos impulsiona procura por previdência privada.
FA previdência privada tem surgido como uma opção aos pais para poupar recursos para a educação dos filhos.
O curso é caro? Bancos financiam.
Bancar os cursos de especialização pode ser um dos empecilhos encontrados por profissionais interessados em dar seqüência aos estudos. Para incentivá-los alguns bancos oferecem linhas especiais de crédito, voltadas exclusivamente para o financiamento de pós-graduação e MBA.
Tarpon e FGV lançam fundo para financiar faculdade.
O fundo de private equity Tarpon e a Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas constituíram o primeiro "endowment fund" de uma instituição de ensino superior no Brasil. Trata-se de uma categoria de fundo que estabelece que os rendimentos resultantes de sua gestão sejam revertidos para o financiamento de uma organização.
ERNST & YOUNG inaugura a primeira Universidade Corporativa do segmento.
A Ernst & Young acaba de lançar sua própria universidade corporativa. Batizada como Ernst & Young University (EYU) e localizada em São Paulo, a universidade corporativa é a primeira criada por uma empresa de auditoria no Brasil e está em linha com as demais práticas globais de formação profissional adotadas pela empresa no mundo.
Estácio de Sá compra UniRadial.
A Estácio de Sá - maior universidade brasileira, com sede no Rio de Janeiro - assinou acordo de compra com o Centro Universitário Radial (UniRadial).
Faculdade via Internet alcança conceito máximo no Enade .
A AIEC - Associação Internacional de Educação Continuada (www.aiec.br), através da Faculdade de Administração de Brasília, oferece o primeiro curso de Administração via Internet, reconhecido pelo MEC e agora aprovado no Enade com o conceito máximo.
Fundos e Bolsa estimulam faculdades.
Aberturas de capital, investimentos de fundos e ações governamentais poderão tornar o ensino superior privado em um dos segmentos mais capitalizados dos próximos anos.
Produção científica do Brasil cresce e ultrapassa Suécia.
O Brasil está atualmente na 15ª posição na lista de países que mais publicam artigos científicos no mundo. Com isso, o país ultrapassou a Suécia e a Suíça e começa a ameaçar a Rússia.
Brasil já forma dez mil doutores por ano.
O Brasil forma hoje cerca de dez mil doutores por ano e a expectativa é de que esse número chegue a 16 mil em 2011.
Escolaridade afeta diretamente o PIB.
Habituados a ouvir dizer que a baixa escolaridade trava o desenvolvimento, os brasileiros têm agora um número calculado pelo Banco Mundial (Bird) que ajuda a provar o tamanho do estrago social e econômico.
Desnacionalização das Universidade privadas preocupa, afirma Haddad.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, manifestou em junho, em São Paulo, sua preocupação com a desnacionalização das universidades privadas no Brasil. Haddad fez a afirmação no fórum de empresários do Grupo de Líderes Empresariais (Lide). O ministro reiterou ainda que nem todo o investimento estrangeiro tem tradição no setor educacional.
Brasil só perde para a Índia em número de faculdades de Medicina.
A quantidade de faculdades de Medicina no Brasil só é menor do que na Índia. Até 2002, elas eram 115. Hoje chegam a 167.
Universitários lêem pouco, revela Enade.
Menos da metade dos universitários brasileiros (42,8%) exerce alguma atividade acadêmica além das obrigatórias. A conclusão faz parte dos resultados do questionário socioeconômico aplicado aos estudantes que participaram do Exame Nacional de Desempenho (Enade) de 2006.
Hoper Consultoria

Conheça os serviços de Avaliação Mercadológica e Diagnóstico Estratégico da Hoper Consultoria.

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Editora Hoper

 

Planejamento Estratégico Sistêmico para Instituições de Ensino

Sob condições e mudanças ambientais rápidas e descontínuas, como as quais nos defrontamos atualmente, as experiências passadas não são suficientes para orientar o futuro das organizações. Para enfrentar as novas situações, é preciso saber escolher entre as muitas alternativas existentes, tomar decisões consistentes e saber como mobilizar as energias de um grande número de pessoas na direção escolhida.

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Análise Setorial



Análise Setorial do Ensino Superior Privado no Brasil
Tendências e Perspectivas - 2010

Após completar 10 anos dedicados aos estudos mercadológicos do ensino privado brasileiro, a Hoper Educacional reuniu todo seu material de pesquisa e ofereceu ao setor de ensino privado o mais completo estudo setorial já realizado até o momento. A Análise Setorial do Ensino Superior Brasileiro é fruto de intensas pesquisas da Hoper e da consolidação das pesquisas de mais de uma dezena de outras empresas, entre elas o MEC/Inep, IBGE, Ideal Invest, Observatório Universitário, Paulo Renato Souza Consultores, Macroplan, ABED, entre outras.

 

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Grupo Hoper

Considerada a empresa pioneira no Marketing Educacional e na Avaliação Mercadológica de instituições de ensino no Brasil, a Hoper é, atualmente, a empresa de consultoria educacional mais citada pela mídia impressa brasileira, com citações em importantes veículos entre eles a Revista Veja, Revista Época, jornais O Estado de São Paulo, Folha de São Paulo, Gazeta do Povo, Zero Hora, Valor Econômico, Gazeta Mercantil, entre outros.

Entre seus clientes de consultoria encontram-se grandes e pequenas instituições de ensino superior, como a Universidade Anhembi Morumbi, Universidade Católica de Brasília (UCB), o Centro Universitário São Camilo, a PUC-PR, o IESB, a Universidade Regional de Blumenau, a holding VERIS Educacional (Faculdade IBTA e Faculdade IBMEC RJ e MG), bem como, grandes redes de ensino básico, como a Rede Salesiana de Escolas da ISJB, que inclui 19 instituições de ensino.

Na parte editorial, foi responsável pela produção de conteúdo e criação gráfica da Revista @prender por dois anos e, atualmente, desenvolve diversas coleções de livros para o ensino superior.

No segmento de eventos, a Hoper realiza, em média, 12 seminários anuais e foi a empresa criadora e organizadora do I Congresso Brasileiro de Marketing e Comunicação para Instituições de Ensino e do Seminário Internacional de Inovação no Setor Educacional.

Especializada também em pesquisas no setor educacional, a Hoper é responsável pelas principais análises estatísticas do setor de ensino privado. Para dar visibilidade aos seus trabalhos e pesquisas, atualmente a Hoper desenvolve o boletim “Bússola Educacional”, periódico eletrônico mensal cujo conteúdo apresenta temas pertinentes a educação privada no Brasil.


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Edição nº 10- Julho/2007 ....................................................www.hoper.com.br

Artigo do Mês

O que sua instituição pode fazer para reduzir o aquecimento global.

 

Rafael Villas Boas
E-mail: rafael@hoper.com.br

No início de fevereiro o mundo foi assombrado pelo relatório do “Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas” (IPCC, em inglês) da Organização das Nações Unidas (ONU). O documento prevê um cenário de catástrofe ambiental em um curto espaço de tempo, e confirma com 90% de precisão o alerta que cientistas e ambientalistas vem dando desde a década de 60: a culpa inequívoca do homem no aquecimento global. O relatório nomeia o grande vilão desse drama, resíduo da atividade humana, apresentado na forma da concentrações de dióxido de carbono (CO2), metano e óxido nitroso na atmosfera. Segundo a ONU os níveis desses elementos aumentaram de forma exponencial nos últimos 50 anos devido, entre outros, ao uso de combustíveis fósseis. O prognóstico é aterrador: até o fim deste século, a temperatura da Terra pode subir de 1,8ºC – na melhor das hipóteses – até 4ºC.
Como conseqüência o derretimento das camadas polares deve fazer com que os oceanos se elevem entre 18 cm e 58 cm até 2100, colocando em risco dois terços das grandes cidades do mundo. Além disso, tufões e secas devem se tornar mais agressivos no curto espaço de tempo.
Existem diversas ações que pessoas e instituições podem adotar para reduzir o seu impacto ambiental pela redução da sua emissão de carbono:

a) Utilizar a energia de maneira mais racional e eficiente, diminuindo seu consumo energético (no lugar de aumentá-lo). Está lá, na conta de luz, a unidade métrica KW/h. Uma instituição poderia fazer uma gincana entre as suas unidades físicas, premiando aquela que obtiver a maior redução nessa variável da conta corrente para a do próximo mês. E para aquela que mantiver esse consumo reduzido pelo período de um ano, um prêmio ainda maior.

b) Realizar um “Ciclo de Conscientização Ambiental”, ou similar, para seus alunos, válido como atividade complementar, por mais que você não possua nenhum curso diretamente ligado à área. E nesse Ciclo, apresentar o problema com a profundidade necessária e como cada um faz parte da solução.

c) Substituir os recursos energéticos derivados de combustíveis fósseis, não renováveis, por outros com menores emissões de carbono por kWh consumido, ou até mesmo evitar viagens. Demanda investimento, mas além de contribuir com a sobrevivência da raça humana, pode ser contabilizada por créditos no presente sendo capitalizado por meio de assessoria de imprensa, posicionamento etc. São as fontes renováveis a energia solar, eólica, biomassa, entre outras.

d) Por fim, o manejo, a captura e a compensação do carbono. O manejo visa “seqüestrar” e armazenar o carbono emitido na atmosfera, por meio da fotossíntese de plantas cultivadas. A “captura” é um conceito industrial e mais recente. Prevê que o carbono seja armazenado em poços de petróleo e gás exauridos ou nas profundezas dos oceanos.

Ameaça a vida humana, representada pelo aquecimento global – que todos vêm sentindo ano após ano (35.000 pessoas morreram de calor, em 2005 na Europa), iniciou um processo global de conscientização.
Deixou de ser pauta exclusiva de debates políticos e de protestos de ambientalistas, e passou a figurar na agenda de gente comum, de pequenas e médias empresas. Mais do que uma ação passiva, a “vida neutra em carbono" vem tornando-se uma mega-tendência.
A “neutralização do carbono” é obtida por meio de um cálculo que prevê o número de árvores necessárias para compensar as emissões das atividades de uma pessoa ou uma empresa. Uma ação que conta com porta vozes da estatura do “ex-próximo presidente dos EUA”, Al Gore, Leonardo DiCaprio, os taxistas de Londres e CEOs de grandes corporações.
A compensação não é uma unanimidade, contudo. Os opositores do movimento dizem que a "neutralidade" dá a falsa impressão de que é possível continuar a poluir, e que essas atitudes ajudarão a reduzir o aquecimento global. É fato que o problema requer soluções estruturais. A compensação, contudo, enquanto uma ação isolada, contribui positivamente e vêm sendo utilizada em larga escala. O carnaval de São Paulo, foi compensado com 1500 árvores e novas leis e iniciativas surgem todos os dias nesse sentido.
Para atender a essa nova demanda uma série de empresas vêm se especializando em calcular a quantidade de carbono emitida na atmosfera pelas atividades empresariais, e na conversão dessa emissão em atividades que reduzam a poluição (principalmente o cultivo de plantas que seqüestrem e fixem carbono emitido). É possível fazer uma simulação online em www.thegreeninitiative.org.
Ainda que não seja uma unanimidade enquanto solução todos concordam que compensar é melhor que não fazer nada. Se alinhada a outras ações os resultados podem ser ainda maiores.
Portanto neutralize seus alunos.
Para calcular as emissões de carbono da atividade educacional, fazemos uso da “Calculadora Verde”.
Para carregar esse programa com as variáveis necessárias, trouxemos como exemplo os mesmos dados utilizados pelo Case Ilustrativo proposto pelo Semesp (para o reajuste das mensalidades em janeiro de 2005). Desse case obtivemos alguns custos processados pela “Calculadora Verde”.

ITEM
VALOR
PESO
ITEM
VALOR
PESO
Água e Esgoto
R$ 19.875,44
1,99%
Estacionamento
R$ 611,55
0,06%
Aluguel
R$ 36.707,28
3,67%
Folha de pagamento
R$ 525.699,13
52,57%
Artigo de papelaria
R$ 6.115,52
0,61%
Gás
R$ 305,78
0,03%
Artigos de higiene
R$ 917,33
0,09%
Imposto predial
R$ 947,79
0,09%
Artigos de limpeza
R$ 917,33
0,09%
Laboratório de informática
R$ 10.000,00
1,00%
Biblioteca
R$ 18.342,59
1,83%
Mobiliário
R$ 5.594,58
0,56%
Cartório
R$ 305,78
0,03%
Obras novas e reformas
R$ 65.000,00
6,50%
Combustivél (veículos)
R$ 611,55
0,06%
Outros
R$ 3.057,76
0,31%
Consertos e manutenção
R$ 29.445,10
2,94%
Plano de Saúde
R$ 52.808,64
5,28%
Contribuição Assoc. e Assist.
R$ 987,54
0,10%
Serviços de Terceiros
R$ 30.866,40
3,09%
Constribuição Sindical
R$ 500,00
0,05%
Taxa condominial
R$ 1.000,00
0,10%
Correio
R$ 305,78
0,03%
Taxas Bancárias
R$ 6.693,12
0,67%
Despachante
R$ 305,78
0,03%
Telefone
R$ 28.222,00
2,82%
Encargos Financeiros
R$ 65.000,00
6,50%
Transporte Público
R$ 15.288,80
1,53%
Energia Elétrica
R$ 55.130,29
5,51%
Treinamento
R$ 7.338,62
0,73%
Equipamentos
R$ 11.098,54
1,11%
TOTAL
R$ 1.000.000,00
100,00%

 

Para obter as emissões médias de carbono de uma Instituição, o software faz uso das seguintes variáveis:

a) Consumo mensal de Energia Elétrica (quantidade mensal em R$ ou em KWh) R$ 55.130,00 (CO2 Total: 0.45 ton/CO2)

b) Consumo mensal de gás (obtido pelo tipo de gás utilizado e o consumo médio mensal) R$ 305,00 (CO2 Total: 1.16 ton/CO2)

c) Transporte (pelo meio de transporte utilizado e a quilometragem) para o cálculo dessa variável utilizamos como base 2.625 pessoas utilizando o transporte publico e locomovendo-se 10 km por dia de ônibus. Essas 2.6 mil pessoas são obtidas da relação de R$ 1.000.000,00 de custos (proposta no Case do Semesp) por 0,06 (um mark up de 6%), divididas pelo valor de R$ 400,00 (ticket médio do setor). O resultado seriam 2.5 mil alunos. Se essa escola tiver uma relação de 20 alunos por funcionário terá, então 125 colaboradores. No total sua comunidade é composta por 2.625 pessoas que percorrem 21.250 km por dia, ou 525.000 km por mês.
(CO2 Total: 176.04 ton/CO2)

d) Viagens de Avião. (por viagens domésticas ou internacionais, obtida pela distância entre as cidades).
Para efeito de calculo, assumimos que de todos os colaboradores essa Instituição, duas viagens sejam feitas no trecho São Paulo/Brasília um vez por mês.

Essa Instituição de Ensino modelo possui, em uma análise superficial, uma emissão anual de 179.10 ton/CO2. Para neutralizar seu impacto ambiental necessitaria plantar 1.194 árvores por ano.

Para um projeto de seqüestro de carbono ser viável ele precisa ser seguro, monitorável, mensurável e economicamente viável (quando comparado com outras formas de eficiência energética ou substituição de fontes de geração). O estudo é mais complexo e profundo. Uma parcela dos alunos e funcionários da Instituição vai para a escola de carro, que polui mais que o transporte público, em trechos maiores. As viagens de avião tendem a ser mais freqüentes com o barateamento da passagem aérea. Para um estudo mais amplo a instituição pode entrar em contato com a Hoper Consultoria e solicitar uma avaliação. O selo de “empresa ambientalmente responsável” ou “livre de carbono” tenderá a ser cada vez mais valorizado nos projetos e sustentabilidade e de governança corporativa. E tende a ser, ainda mais, valorizado pela sociedade e pelos consumidores de forma geral.

 


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Notícias do setor (Julho)

MEC cria Lei Rouanet da pesquisa.

O governo federal lançou o edital de uma nova lei de incentivo à ciência e à tecnologia, que já ficou conhecida como a Lei Rouanet da pesquisa. Ela foi sancionada e publicada no Diário Oficial da União em junho e prevê, pela primeira vez, redução de impostos para empresas que investirem em projetos de inovação científica e tecnológica. A partir da publicação do edital, que ocorreria hoje, mas foi adiada, universidades e empresas já podem enviar suas propostas para aprovação do governo.
“Essa nova lei faz o que foi esquecido pela Lei de Inovação”, disse o presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação (MEC), Jorge Almeida Guimarães. Ele se refere à norma aprovada em dezembro de 2004, que abriu caminho para parcerias entre instituições de pesquisa e empresas, mas não previa abatimento de impostos.
A nova lei permite que haja dedução de no mínimo metade e no máximo duas vezes e meia o valor investido na pesquisa. Essa redução de impostos será inversamente proporcional à participação da empresa na propriedade intelectual do produto decorrente da pesquisa. A empresa pode, por exemplo, escolher deduzir menos impostos e depois ganhar mais na repartição da patente. Ou, se não tiver interesse específico na tecnologia, pode abater até 250% do investimento em tributos, sem direito a patente.
A exemplo do que ocorre com projetos culturais na Lei Rouanet, só poderão se beneficiar projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D) que forem previamente aprovados por uma comissão formada pelo MEC, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e Ministério da Ciência e Tecnologia. Os projetos serão submetidos pelas instituições, mas já deverão vir acompanhados de uma proposta de investimento da empresa.
“Se tiver burocracia, será dentro da instituição. Aqui, garanto que tudo vai correr muito rápido”, disse Guimarães. Segundo ele, a publicação do edital só foi adiada para aguardar a posse do novo presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que deverá participar das decisões.
A lei se aplica a qualquer Instituição Científica e Tecnológica (ICT), como universidades (públicas e privadas), institutos e laboratórios - basicamente, qualquer instituição que faça pesquisa. Também não há restrições para empresas que queiram investir.

Fonte: O Estado de São Paulo



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Hoper Consultoria

A Hoper oferece a seus clientes a seguinte gama de serviços:

CONSULTORIA EM GESTÃO ESTRATÉGICA DOS SERVIÇOS EDUCACIONAIS
AVALIAÇÃO MERCADOLÓGICA


A Consultoria em Diagnóstico Estratégico (Avaliação Mercadológica) da Hoper Educacional inclui os seguintes elementos:

1) Avaliação sócio-demográfica da região de abrangência da IES para fins de análise da demanda para cursos de graduação, presenciais e à distância, utilizando a metodologia própria e elementos de geomarketing que inclui:
• Perfil demográfico.
• Perfil de renda.
• Perfil de disposição da clientela e da concorrência
.
2) Diagnóstico da situação do Ensino Superior privado na região de abrangência, com avaliação do perfil da concorrência local.
3) Indicadores setoriais de demanda e concorrência.
4) Análise qualitativa e quantitativa da concorrência.
5) Identificação do perfil do aluno, do prospect e da percepção de marca da instituição, através de pesquisas qualitativas e quantitativas com alunos, prospects e alunos das IES concorrentes.
6) Avaliação da tendência da demanda de alunos para cada um dos cursos da IES e avaliação do portfolio de cursos da instituição, sob os aspectos mercadológicos.
7) Avaliação da precificação das mensalidades.

8) Avaliação sobre o posicionamento mercadológico ideal para uma instituição de ensino superior na região, com identificação das oportunidades mercadológicas ainda não exploradas.

9) Avaliação de quais os melhores produtos (cursos e modalidades de cursos) para o referido mercado.
 

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Análise Setorial do Ensino Superior Privado no Brasil
Tendências e Perspectivas - 2010

Disponibilizamos a Análise Setorial em forma de assinatura anual que inclui os seguintes benefícios:

Análise Setorial Brasil e Tendências e Perspectivas 2010 (documento impresso).
CD Rom da Análise Setorial Brasil.
Análise Setorial da Unidade da Federação (Estado) sede de sua instituição.
Relatórios de pesquisas complementares, enviados bimestralmente (por e-mail e arquivo em PDF).
Duas atualizações anuais da Análise Setorial Brasil (enviada por e-mail e arquivo em PDF).

A Análise Setorial é um documento fundamental para:

Realização do Planejamento Estratégico da instituição.
Elaboração do PDI – Plano de Desenvolvimento Institucional.
Estudos de expansão através da criação de novas unidades (campi).
Tomada de decisão estratégica gerencial.
Desenvolvimento do Plano de Marketing e Comunicação.
 
Tópicos Abordados
 
Projeção do Crescimento da Demanda no Ensino Superior
A Demanda no Ensino Médio e sua Repercussão no Ensino Superior
O Perfil da Competitividade no Setor Educacional
"Diluição da Demanda"
Fechamento de Algumas IES
Expansão Geográfica das Grandes IES
Consolidação do Setor
Evolução na demanda dos diferentes cursos
Perfil Econômico-Financeiro do Setor
Tendências e perspectivas 2010
Projeções da Demanda para 2005-2010
Tendências na educação internacional
Tendência na educação brasileira
Tendência no marketing e na comunicação da IES
Mudanças no perfil dos ingressos.
Variações nos motivos para a escolha de uma IES.
Análise da decisão de compra de serviços educacionais.
   
Análise Setorial por Unidade da Federação (Estados)
   
Evolução do número de instituições; matrículas; inscritos; vagas oferecidas; alunos ingressos; docentes e funcionários.
Relação ingresso-vaga.
Evolução da relação ingresso-vaga.
Matrículas, Ingressantes e Vagas por Municípios.
Percentual do crescimento da demanda por município.

 


Desenvolvimento
Hoper Consultoria

Apoio
CM Consultoria – Ideal Invest

Publicação
Editora Hoper

Coordenação Geral
Ryon Braga

Valor da Assinatura Anual = R$ 890,00

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Educação dos filhos impulsiona procura por previdência privada.

A previdência privada tem surgido como uma opção aos pais para poupar recursos para a educação dos filhos. Segundo dados da Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida) divulgados ontem, os planos para menores de idade registraram, em abril, crescimento de 138,71%, com captação de R$ 134,801 milhões, contra R$ 56,471 no mesmo mês (junho) de 2006.
O crescimento da previdência para menores de idade também é observado no acumulado dos quatro primeiros meses do ano, quando esse tipo de plano captou R$ 438,3 milhões --alta de 84,51%.
De acordo com o vice-presidente da Fenaprevi, Marco Antônio Rossi, a previdência é mais uma alternativa de poupança. "Hoje, os custos para a formação educacional dos filhos têm sido cada vez maiores. Esse conceito de poupança, já tradicional nos Estados Unidos, está sendo ampliado no Brasil".
Previdência privada é uma opção aos pais para poupar recursos para a educação dos filhos
A previdência privada para menores tem crescido de forma mais acelerada, mas a captação total de recursos por esse mercado também sobe no geral: atingiu R$ 2,1 bilhões em abril, valor 41,38% superior ao registrado no mesmo mês de 2006, de R$ 1,48 bilhão. Nos primeiros quatro meses do ano, a captação do setor já acumula alta de 25%, na casa dos R$ 8 bilhões.

Fonte: Folha de São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Projeto autoriza uso do FGTS para pagar curso superior.

A Câmara analisa o Projeto de Lei 253/07, da deputada Manuela D"Ávila (PCdoB-RS), que permite o uso de recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para o pagamento de mensalidades de cursos superiores reconhecidos pelo Ministério da Educação. Pela proposta, o titular da conta vinculada ou seus dependentes poderiam sacar os valores depositados na conta do FGTS nos seguintes casos:
- para pagamento de mensalidades em cursos de graduação e pós-graduação;
- para pagamento de mensalidades em atraso em ambos os cursos; e
- para liquidação ou amortização de dívida com instituições de ensino superior, tanto de cursos de graduação como de pós-graduação.
Qualificação
O objetivo é estimular a formação profissional e o aperfeiçoamento técnico de jovens que não tiveram oportunidade de ingressar em universidades públicas. Para a deputada, a qualificação acadêmica é uma exigência do mercado de trabalho. Em sua opinião, portanto, a aprovação da proposta possibilitaria o acesso de muitos jovens trabalhadores ao ensino superior. Além disso, em sua avaliação, a medida "reduziria o alto nível de inadimplência existente hoje nas instituições privadas de ensino superior, devido às dificuldades financeiras dos estudantes".
A proposta altera a Lei do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (Lei 5107/66), regulamentada pelo Decreto 59820/66. O fundo é formado por depósitos mensais, efetuados pelas empresas em nome de seus empregados, no valor equivalente a 8% do vencimento mensal. Atualmente, o FGTS pode ser utilizado principalmente para financiar a casa própria. Entre outros casos previstos por lei para o saque integral dos recursos estão o tratamento de doenças incuráveis, como câncer e aids, aposentadoria por idade ou quando o trabalhador fica por mais de três anos consecutivos sem registro na carteira de trabalho.

Fonte: Portal da Câmara

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O curso é caro ? Bancos financiam

Bancar os cursos de especialização pode ser um dos empecilhos encontrados por profissionais interessados em dar seqüência aos estudos. Para incentivá-los alguns bancos oferecem linhas especiais de crédito, voltadas exclusivamente para o financiamento de pós-graduação e MBA. Entre eles estão o Banco do Brasil, o Bradesco, a Caixa Econômica Federal e o Real.
Os pré-requisitos básicos para a concessão do crédito são que a instituição de ensino seja conveniada ao programa oferecido pelo banco e o interessado tenha seu crédito aprovado. No Banco do Brasil é preciso ainda ser correntista do banco e ter cartão de crédito com bandeira Visa. O valor máximo do financiamento é R$ 20 mil e a taxa de juro mensal é de 2,32%. O pagamento pode ser feito em até 48 meses. Há carência de 59 dias para pagamento da primeira parcela.
Também destinado a correntistas, o CDC MBA do Bradesco financia até R$ 20 mil. O juro é de 2% ao mês e o prazo máximo de parcelamento é de 36 meses.
Já na Caixa Econômica há três opções de produtos. Dois são para clientes que recebem salário por meio da instituição e um é para não-correntistas. Embora as condições para obter o crédito sejam as mesmas para os três produtos, as taxas de juros para os clientes são mais baixas, variando de 1,45% a 2,99% ao mês. Para quem não é correntista a taxa mínima é de 2,60% e a máxima de 3,29% ao mês. O limite de crédito é de R$ 30 mil e o prazo concedido é de 36 meses.
Quem pretende financiar valor superior a R$ 30 mil pode consultar o Banco Real, que oferece empréstimos de até R$ 40 mil, com taxa de juro de 2,35% ao mês e prazo de financiamento de até 36 meses. Há carência de 45 dias para início do pagamento. Não é preciso ser correntista do banco. Para ter uma idéia de quanto será o desembolso mensal, o Real tem um simulador no site.

Fonte: O Estado de São Paulo

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Movimentos de Mercado
 
Tarpon e FGV lançam fundo para financiar faculdade

29/06/2007 - O fundo de private equity Tarpon e a Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas constituíram o primeiro "endowment fund" de uma instituição de ensino superior no Brasil. Trata-se de uma categoria de fundo que estabelece que os rendimentos resultantes de sua gestão sejam revertidos para o financiamento de uma organização. O fundo nasce com a meta de captar R$ 5 milhões nos próximos 12 meses, por meio de cotas de R$ 500 mil, sendo que a primeira será integralizada pela Tarpon até o final deste ano.
Cada cotista terá a opção de receber de volta sua cota acrescida da variação do IGP-M mais 6% ao ano depois do terceiro ano de gestão ou receber a cota mais a valorização contabilizada no período -- vale o que for menor. Caso os cotistas aprovem a gestão dos investimentos e os resultados da aplicação dos recursos na propagação de conhecimento e formação de profissionais para a área de finanças e investimentos, eles poderão doar definitivamente a cota corrigida do fundo para a FGV-EAESP, que constituirá seu "endowment fund".
Do volume total captado pelo fundo, 80% serão geridos pelo período de três anos diretamente por profissionais da Tarpon e 20% serão investidos de acordo com recomendação dos alunos que cursarem a disciplina "Análise de Empresas e Gestão de Carteiras: Tarpon-FGV". A disciplina, que tem patrocínio da Tarpon, já formou cerca de 60 alunos da FGV-SP. Esses estudantes respondem pela gestão de um clube de investimentos que registra valorização de 89% de seu capital frente à dotação inicial feita pela Tarpon, cujos profissionais supervisionam as decisões de investimentos do clube.
A estratégia de investimentos do "endowment fund" da FGV será definida por um comitê de investimentos constituído por representantes dos cotistas, da FGV-EAESP e do GVcepe, o Centro de Estudos em Private Equity e Venture Capital da FGV-EAESP, responsável pela concepção e coordenação do projeto. Caberá ao comitê fiscalizar as operações financeiras e aprovar o relatório de resultados.
Os recursos arrecadados com as taxas de administração (2% ao ano) e de performance (20% do que exceder IGP-M+6%) serão destinados à pesquisa e ao investimento em docência e bolsas de estudo. Os demais recursos advindos da rentabilidade superior à inflação mais 6% serão revertidos integralmente ao patrimônio do fundo em nome da FGV, garantindo a perenidade do projeto de investimento na entidade, independentemente de seus parceiros fundadores.

Fonte: Portal Exame

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ERNST & YOUNG inaugura a primeira Universidade Corporativa do segmento.

A Ernst & Young (empresa global com mais de 1.800 colaboradores espalhados por nove cidades brasileiras, com uma linha de serviços focada nas áreas de auditoria, gestão de riscos, assessoria tributária e assessoria em transações corporativas) acaba de lançar sua própria universidade corporativa. A iniciativa, que consumirá anualmente mais de R$ 20 milhões, pode ser definida como o primeiro centro de desenvolvimento de competências da empresa, com sede própria, voltado para o aperfeiçoamento profissional de seus colaboradores brasileiros.
Batizada como Ernst & Young University (EYU) e localizada em São Paulo, a universidade corporativa é a primeira criada por uma empresa de auditoria no Brasil e está em linha com as demais práticas globais de formação profissional adotadas pela empresa no mundo.
Para criar um projeto consistente do ponto de vista acadêmico, estruturado para preencher as eventuais lacunas de formação presentes em seus setores de atuação, a Ernst & Young contratou o professor Armando Lourenzo, doutor e mestre em administração pela FEA/USP e com larga experiência no segmento educacional. "Criamos um método estruturado de ensino que busca desenvolver talentos aptos ao exercício de suas atividades profissionais e à gestão e continuidade dos negócios, por meio de um processo de aprendizado contínuo e aplicado", explica Lourenzo.
No que tange à capacitação, a metodologia de ensino é outro diferencial da universidade corporativa da Ernst & Young no Brasil. Ela contempla a fase de aprendizado teórico do colaborador (learning), seguida por experiências práticas que nortearão seu crescimento e desenvolvimento como profissional (experiences). O programa de formação prevê ainda aconselhamento da liderança imediata, o que contribui para um melhor aproveitamento educacional.
Os cursos ministrados na EYU serão elaborados em aulas virtuais e no formato presencial, com o intuito de desenvolver habilidades pessoais e de gestão (management skills), competências específicas ou técnicas de cada área de negócio, incluindo demandas de conhecimento por indústria e necessidades da área de RH.


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Estácio de Sá compra UniRadial.

A Estácio de Sá - maior universidade brasileira com 178 mil alunos e receita de R$ 869 milhões em 2006, com sede no Rio de Janeiro - assinou acordo de compra com o Centro Universitário Radial (UniRadial). A instituição paulista, voltada para as classes C e D, será a porta de entrada da Estácio no maior mercado de educação do País, com um universo de 400 mil universitários apenas na capital e que, a cada ano, abriga 130 mil novos calouros.
As duas universidades não comentam o negócio. A UniRadial tem valor estimado entre R$ 60 milhões e R$ 70 milhões, diz Ryon Braga, da Hoper Consultoria. O modelo de venda prevê a compra à vista de 51% do capital e o restante em quatro anos. Por ser um centro universitário, a Estácio poderá multiplicar sua presença rapidamente. O que deverá acirrar o processo de consolidação do setor iniciado pela Anhanguera Educacional, que no início de fevereiro comprou o Centro Universitário Ibero-Americano (Unibero) com o mesmo objetivo. "É um golpe duro para a Anhanguera", avalia Braga.
A Estácio registrou pedido para abrir seu capital junto à comissão de Valores Mobiliários (CVM), a exemplo da Anhanguera, que em março captou R$ 512,3 milhões na oferta pública de ações. Também o Grupo Pitágoras, de Belo Horizonte, prepara o lançamento de ações.
A rede de ensino da Estácio é composta por uma universidade, um centro universitário e 12 faculdades, que contam, em conjunto, com 55 campi, sendo 39 no Estado do Rio de Janeiro (o segundo maior mercado do Brasil, com 15 milhões de habitantes) e 16 campi em outros 11 estados brasileiros. A universidade oferece 89 cursos de graduação, dos quais 40 são de graduação tradicional e 49 são de graduação tecnológica.
A UniRadial, de Ibrahim David Curi Neto, tem hoje 8 mil alunos, que pagam mensalidade média R$ 360,00. Com 40 anos de atividade, em janeiro de 2007, a Radial foi credenciada pelo MEC como Centro Universitário Radial. Atualmente, possui seis campi em São Paulo, um no ABC e um em Curitiba.

Fonte: Gazeta Mercantil

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Faculdade via Internet alcança conceito máximo no Enade.

O Exame Nacional de Desempenho de Estudantes - Enade 2006 avaliou 1.475 cursos de Administração e apenas 45 (3%) obtiveram a nota máxima (5) na média das provas de conhecimentos gerais e específicos. Desse pequeno rol, 31 são ministrados por universidades públicas e 14 por instituições privadas, incluindo um curso via Internet, do qual participam estudantes de todos os estados brasileiros e centenas que moram no exterior.
A AIEC - Associação Internacional de Educação Continuada (www.aiec.br), através da Faculdade de Administração de Brasília, oferece o primeiro curso de Administração via Internet, reconhecido pelo MEC e agora aprovado no Enade com o conceito máximo. A instituição conseguiu, assim, colocar-se ao lado de instituições consagradas no ensino presencial de Administração de Empresas, como a FGV, o IBMEC e a FAAP.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Fundos e Bolsa estimulam faculdades.

Aberturas de capital, investimentos de fundos e ações governamentais poderão tornar o ensino superior privado em um dos segmentos mais capitalizados dos próximos anos. Estimativas de mercado mostram que o Brasil possui aproximadamente 3,5 milhões de estudantes de ensino superior privado divididos em cerca de 2.000 instituições e pagando mensalidades entre R$ 250 e R$ 2 mil. Apesar da inadimplência, o volume financeiro do setor é bastante representativo e, segundo especialistas, dentro de 24 meses dez instituições estarão aptas a entrar com o pedido de abertura de capital na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). A Anhangüera foi a pioneira nesse sentido e recebeu investimentos de um fundo private equity que ajudou em seus processos de capitalização para sua entrada na Bolsa. A Estácio de Sá, do Rio de Janeiro, segue no mesmo caminho e está com uma oferta inicial de companhia aberta em análise desde 31 de maio deste ano. Fontes do mercado dizem que a UniRadial, de Curitiba (PN), antiga Faculdade Pitágoras, também faz planos de abrir capital na Bolsa e com isso alavancar seus investimentos em educação. Procurados pelo DCI, a diretoria da UniRadial disse nada ter a declarar sobre o assunto.
Além do estímulo da Bolsa de Valores, o governo também poderá beneficiar esse segmento com um projeto de Lei que já está no Senado, possibilitando a transformação de dívidas fiscais em certificados de dívidas públicas a serem trocados por bolsas de estudo, através do Programa de Financiamento Estudantil (Fies). O projeto envolve somente ensino superior e estima-se que essa dívida chegue a R$ 12 bilhões, dizem analistas de mercado. Segundo a Ideal Invest, as instituições de ensino superior estão buscando uma forma de equalizar suas dívidas e alongar seus passivos, e elas têm feito isso por meio de operações como Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDCs), que é o mercado de atuação da Ideal Invest.
Fusões.
Hermes Ferreira Figueiredo, presidente do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo (Semesp) e reitor da Unicsul, diz que há processos de fusões e aquisições em andamento independentemente da abertura de capital das faculdades. Figueiredo diz que a Unicsul não descarta a hipótese de abrir capital caso o mercado convirja nesse sentido. "A Unicsul já possui um faturamento de R$ 100 milhões e estamos atentos aos movimentos de mercado", diz. "Mas é preciso ter comprometimento com a educação acima de tudo e os grupos de ensino superior têm que manter seu perfil. O ensino de qualidade requer recursos pela modernidade e hoje os custos são muito elevados", completa.
Figueiredo conta que as universidades estão dialogando mais com o exterior, assim como acontece no mercado financeiro. "Em maio, a Unicsul abriu uma pós-graduação em odontologia só para alunos do exterior e no mês de julho teremos uma turma de Portugal", conta.
Segundo o reitor, há uma série de finalidades para o valor dessas possíveis emissões primárias de ações por parte das faculdades, que vão além do aumento do número de vagas nos cursos. "O capital normalmente é destinado também para o reequipamento interno, para construção de laboratórios e melhorias em geral na tecnologia voltada ao ensino".
Para Figueiredo, o ensino superior está crescendo e as expectativas mais otimistas dizem que 30% dos jovens de 18 a 24 anos devem ter acesso à universidade até 2011. "10% dos jovens dessa faixa etária têm acesso à universidade atualmente", comenta.
Governança nas faculdades
O presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Marcelo Trindade, deixará o cargo em julho após pouco mais de três anos de mandato e já recebeu muitas propostas de grandes instituições de ensino para lecionar. Ele diz que a abertura de capital desse segmento já é uma realidade nacional. "O mercado de capitais é uma via saudável para todas as entidades", diz Trindade.
O presidente do Conselho de Administração do Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI), João Nogueira Batista, vai pela mesma linha de Trindade e diz que grandes grupos como Objetivo (ligado à Universidade Paulista -Unip) possuem potencial para aderir à Bolsa. "O ensino também é um negócio. Os níveis de governança que a Bolsa exige podem ajudar a melhorar a estrutura das instituições de ensino". Segundo Batista, a Bolsa de Valores é uma realidade nos processos de crescimento das empresas e deverá fazer parte da estratégia de crescimento de boa parte delas nos próximos anos.

Fonte: DCI

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Contexto e Macro-Ambiente
 
Produção científica do Brasil cresce e ultrapassa Suécia.

O Brasil está atualmente na 15ª posição na lista de países que mais publicam artigos científicos no mundo: foram 16.872 no ano passado, ou 1,92% da produção global. O número representa um crescimento de quase 7% em relação a 2005 e de 33% na comparação com 2004.
Com isso, o país ultrapassou a Suécia e a Suíça e começa a ameaçar a Rússia, que por sua vez apresentou uma queda significativa na área, de quase 17% no ano passado na comparação com 2005.
Apesar de a produção científica nacional caminhar atualmente em uma linha ascendente, esse resultado era esperado pelo governo apenas em 2008. Entre os motivos que explicam o salto está a avaliação mais rigorosa de cursos como psicologia e psiquiatria (que publicou 70% mais no período de 2004 a 2006, em relação a 2001-2003), ciências sociais (52% a mais) e medicina (incremento de 47%).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Contexto e Macro-Ambiente
 
Brasil já forma dez mil doutores por ano.

O Brasil forma hoje cerca de dez mil doutores por ano e a expectativa é de que esse número chegue a 16 mil em 2011. Os cursos de pós-graduação oferecidos em diferentes áreas do conhecimento somam 3.632, sendo 2.393 de mestrado e 1.239 de doutorado, com o ingresso de 50 mil alunos por ano. O número de cursos novos cresce, em média, 7% ao ano.
Com a retomada em 2004 do Plano Nacional de Pós-Graduação, a Capes fez um diagnóstico da situação da área. Um dos problemas verificados é a assimetria regional. A maior parte dos cursos está nas regiões Sudeste e Sul: são 72% dos mestrados e 80% dos doutorados, enquanto na região Norte os percentuais chegam a 4% de mestrados e 2% de doutorados.
A pós-graduação brasileira avança também para o exterior. A Capes está induzindo a realização de cursos de mestrado e doutorado em outros países, como África, Argentina, Estados Unidos e França, oferecidos por instituições brasileiras sozinhas ou em parceria com instituições estrangeiras. Já está em funcionamento um programa de mestrado em saúde pública em Angola, oferecido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e três mestrados nas áreas das engenharias em Cabo Verde promovidos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Além disso, está em fase de aprovação um doutorado em biologia molecular de plantas, desenvolvido por meio de parceria entre a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP) e duas instituições norte-americanas — as universidades de Ohio e Rutgers.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Contexto e Macro-Ambiente
 
Escolaridade afeta diretamente o PIB.

Habituados a ouvir dizer que a baixa escolaridade trava o desenvolvimento, os brasileiros têm agora um número calculado pelo Banco Mundial (Bird) que ajuda a provar o tamanho do estrago social e econômico.
Segundo o banco, o Produto Interno Bruto (PIB) do País deixa de crescer meio ponto porcentual por ano porque um grande contingente de jovens não consegue terminar a escola. Essa porcentagem significa que, em uma geração (40 anos, neste caso), o Brasil deixa de ganhar R$ 300 bilhões, o equivalente a 16% do Produto Interno Bruto.
O estrago e a conta estão no relatório “Jovens em Situação de Risco no Brasil”, divulgado ontem em Brasília.
O diagnóstico do Banco Mundial é duro: “A baixa acumulação de capital humano permite antecipar uma futura geração que não será competitiva nem na região, nem no mundo”, diz o estudo. “Não apoiar os jovens é um custo alto para o País. É um grupo sobre o qual o governo tem de pensar mais”, disse a autora do estudo, Wendy Cunningham, economista sênior do Banco Mundial.
Apesar de uma certa evolução - os jovens brasileiros hoje têm, em média, 8,5 anos de estudo, um a mais do que a geração anterior -, a escolaridade no País é considerada baixa. O estudo mostra que o número de jovens que chegam ao ensino superior no Brasil é o menor da América Latina.

Fonte: O Estado de São Paulo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Contexto e Macro-Ambiente
 
Desnacionalização das Universidade privadas preocupa, afirma Haddad.

O ministro da Educação, Fernando Haddad, manifestou em junho, em São Paulo, sua preocupação com a desnacionalização das universidades privadas no Brasil. "Não é um setor qualquer. Não conheço situação tão peculiar. As instituições migram para o regime de empresa para enfrentar uma situação financeira adversa e podem ser adquiridas rapidamente por capitais estrangeiros."
Haddad fez a afirmação no fórum de empresários do Grupo de Líderes Empresariais (Lide). O ministro reiterou ainda que nem todo o investimento estrangeiro tem tradição no setor educacional e lembrou que a posição do MEC é negocial, principalmente diante da intenção do Congresso Nacional de mudar a lei vigente, que limita atualmente o capital não-brasileiro em atividades educacionais em 30%.

Fonte: Maxpress

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Contexto e Macro-Ambiente
 
Brasil só perde para a Índia em número de faculdades de Medicina.

A quantidade de faculdades de Medicina no Brasil só é menor do que na Índia. Até 2002, elas eram 115. Hoje chegam a 167. Os dados são de levantamento apresentado pela Associação Médica Brasileira (AMB), durante o 11º Encontro Nacional das Entidades Médicas (Enem), em Brasília.
A vice-liderança no ranking dos países com mais escolas médicas – à frente da China e Estados Unidos, por exemplo - não é motivo de comemorações. Especialistas apontam a fraca estrutura de ensino da maioria das faculdades de Medicina abertas no País como um perigo para a saúde pública.
O Ministério da Educação (MEC), responsável pelas autorizações de cursos, é inclusive acusado de permissividade. Durante a década de 1970, 62 faculdades de Medicina funcionavam no Brasil. De 1971 a 1976 e de 1979 a 1987, nenhum novo curso recebeu autorização de funcionamento. A partir dos anos 90, essa situação mudou. Apenas nessa década foram criadas 17 faculdades, número igual ao acumulado nas décadas de 1970 e 1980.
Nos Estados Unidos existem 125 faculdades, no Japão, 80, na França, 47, e no Reino Unido, 31.

Fonte: A Gazeta - ES

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Universitários lêem pouco, revela Enade.

Menos da metade dos universitários brasileiros (42,8%) exerce alguma atividade acadêmica além das obrigatórias, 47,1% não lêem ou lêem no máximo dois livros por ano, excetuando os escolares, e 41,3% se informam mais pela televisão. A conclusão faz parte dos resultados do questionário socioeconômico aplicado aos estudantes que participaram do Exame Nacional de Desempenho (Enade) de 2006.
A justificativa para a pouca dedicação à leitura e ao estudo está na falta de tempo dos alunos. Dos estudantes que prestaram o Enade, 68,2% estudam à noite e 73,2% trabalham durante o dia.
Apesar de a televisão ser o principal meio de informação sobre o mundo, observou-se que a internet vem ganhando espaço. No exame do ano passado, cerca de 47% preferia a televisão, o que mostra uma redução de 22 pontos percentuais em relação aos dados de 2002 (quando era aplicado o Provão, substituído pelo Enade). A média da internet dos últimos três anos é de 33,2% -em 2002 era de 9,5%.
Com o Enade de 2006 foi concluído o ciclo de avaliações de todas as áreas do conhecimento. O primeiro grupo avaliado foi nas áreas de saúde e agrárias, em 2004, seguido por engenharias e licenciaturas, em 2005, ciências sociais aplicadas e jurídicas, no ano passado.
A partir do cruzamento de dados dos grupos, foi possível observar, por exemplo, que a maioria dos estudantes da área de saúde veio de escolas particulares. Os estudantes de licenciatura, ao contrário, vieram do ensino público. No caso de medicina, apenas 8,2% estudou em escola pública. No curso de letras, esse percentual sobe para 70%.